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A Rede FARMAIS - maior rede de drogarias do país irá lançar próximo dia 18 de novembro a TV Farmais: emissora com programação exclusiva e produzida especialmente para seus clientes, em todas as 500 unidades espalhadas pelo país.

Na grade da emissora, que já está em funcionamento em 20 pontos de venda de São Paulo, 10 do Rio de Janeiro e 20 entre Curitiba e Porto Alegre em fase de instalação poderão ser vistas dicas de saúde, aplicação de medicamentos com orientações da farmacêutica responsável da rede, divulgação de campanhas promocionais, lançamento de produtos e serviços, benefícios da rede Farmais, como o convênio empresarial, o cartão de crédito próprio e as entregas em domicílio, mensagens da rede em datas comemorativas, além de muitas outras informações. Haverá também informações de interesse geral, tais como economia, esportes, ecologia.

Com Informações da Inédita Comunicação

Via maxPress

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Envelhecer! Palavra temida pela sociedade moderna que busca manter boa aparência física, as expressões marcantes como rugas, pele flácida e cabelos brancos tornam-se problemas. Entretanto, existe um aliado natural e que está ao alcance de todos, os alimentos. Com substâncias antioxidantes, alguns alimentos são capazes de nos proteger contra os radicais livres (moléculas tóxicas formadas pelo corpo) que atuam danificando as membranas celulares e, consequentemente, contribuindo para o envelhecimento precoce.

Os bons hábitos alimentares podem refletir positivamente sob a forma de resposta do nosso corpo. A ingestão de alimentos ricos em vitamina A, C e E pode impedir a ação corrosiva dos radicais livres nas células do organismo. As frutas cítricas (acerola, abacaxi, laranja e limão), por exemplo, por serem ricas em vitamina C irrigam e oxigenam a pele, agem contra o aparecimento de varizes e celulite, previnem rugas e flacidez e participam da produção de colágeno. Já o chá verde, o morango e a uva possuem polifenóis (antioxidante) que estimulam as funções do fígado, garantem maior disposição, tornam a pele mais saudável e bonita, além de prevenir o envelhecimento.

Hoje, unânimes em ressaltar a importância dos alimentos, os nutricionistas têm razão quando são apontados os elementos benéficos que podem combater substâncias degenerativas. O consumo de soja e derivados é um grande exemplo, uma vez que contêm Isoflavonas (fitoestrógenos que possuem ação semelhante ao hormônio feminino estrogênio) que são decisivas para evitar o ressecamento da pele e melhorar a elasticidade, garantindo uma pele mais jovem e saudável.

A nutricionista Roseli Rossi, da clínica Equilíbrio Nutricional, ressalta que a alimentação pode ajudar muito no processo de retardar o envelhecimento, porém coloca como observação a dieta que está sendo feita. “É preciso ter cautela na dieta, pois alguns alimentos em vez de ajudar, atrapalham. O envelhecimento é um processo inflamatório microscópico de células e o consumo de alimentos com elevado nível de carboidratos refinados, gorduras saturadas, trans, sódio e calorias faz o organismo produzir mais substâncias inflamatórias e, consequentemente, acelera o processo degenerativo das células do corpo”.

Ter um estilo de vida saudável, praticar atividades físicas e, principalmente, cuidar da alimentação é construir barreiras contra o envelhecimento. Por isso, a nutricionista Roseli Rossi elaborou um quadro com dicas de alimentos que podem retardar o envelhecimento.

Vitamina E: Uma vitamina fundamental para retardar o envelhecimento dos tecidos por contribuir para manter a elasticidade natural e enrijecimento dos tecidos.

Fontes: Óleos vegetais, gérmen de trigo, nozes, sementes, grãos inteiros e os vegetais de folhas verdes.

Selênio: É um oligoelemento, poderoso antioxidante, é essencial para o funcionamento normal do sistema imunológico e glândulas de tireóide.

Fontes: Carnes, oleaginosas (castanha do Pará, castanha de caju, amêndoas, nozes), cereais integrais, ovos, leite e derivados.

Zinco: Necessário para a síntese de enzimas relacionadas à ação antioxidante, cicatrização e produção de colágeno. Possui relação com a manutenção de uma pele saudável, ou seja, sua deficiência ocasiona lesões em pele, má cicatrização, acne, manchas brancas nas unhas, entre outros problemas.

Fontes: Carnes, aves, frutos do mar, laticínios, feijões, lentilhas, nozes, sementes (em especial a de abóbora) e cereais integrais.

Bioflavonóides: São componentes das plantas que agem como antioxidantes. Além de proteger a vitamina C de uma possível oxidação no sangue, permite que o corpo seja beneficiado por uma ação mais ampla da vitamina. Possui propriedades anti-alérgicas, anti-inflamatórias, anti-bactericidas, anti-virais e anti-oxidantes, prevenindo contra o envelhecimento precoce.

Fontes: Frutas cítricas e uvas vermelhas ou escuras.

Carotenóides: Com atividade pró-vitamina A, tem função antimutagênico por seu efeito imunomodelador, oferece proteção contra algumas doenças degenerativas, como certos tipos de câncer, doenças cardiovasculares e catarata. Inibe a modificação decorrente a ação oxidativa em lipoproteína de baixa densidade, influencia positivamente no processo aterosclerótico e, conseqüentemente, a progressão de doenças coronarianas.

Fonte: Frutas e vegetais amarelados a alaranjados, brócolis e escarola.

Licopeno: Pertencente ao grupo dos carotenóides, possui poder antioxidante, prevenindo o envelhecimento precoce. Tem ação anticancerígena, principalmente com relação ao câncer de próstata.

Fontes: Principalmente no tomate, de preferência cozido (Ex: Molho de tomate).

Ômega 3: O ácido graxo essencial ômega 3, classificado como uma gorduras poliinsaturadas é vital para obtenção de um nível ótimo de saúde e para a desaceleração do processo de envelhecimento, pois controlam a entrada e a saída de compostos pelas células, uma vez que estas gorduras fazem parte das membranas celulares. Também são as principais fontes de energia celular.

Fontes: Peixes de águas frias, óleo de linhaça, óleo de soja e óleo de canola.

CRÉDITO: Dra. Roseli Rossi - Nutricionista Especialista em Nutrição Clínica (CRN 2084)

Clínica Equilíbrio Nutricional

Site: www.equilibrionutricional.com.br

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Impotência sexual atinge até 70% dos pacientes com câncer de próstata submetidos à cirurgia de retirada da glândula. Este é o sexto tipo de câncer mais comum no mundo e o que mais atinge os homens.

Dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA) estimam que cerca de 50 mil novos casos de câncer de próstata serão diagnosticados este ano no Brasil. Segundo especialistas, até 70% dos homens submetidos à cirurgia de retirada da próstata (principal tratamento deste tipo de tumor), sofrem com a disfunção erétil. No entanto, um estudo publicado recentemente na Revista Européia de Urologia com 445 homens comprovou a eficácia de Levitra® (vardenafila, da Bayer Schering Pharma) na recuperação das funções sexuais dos pacientes. Os pesquisadores concluíram que o tratamento dos homens que tomaram o medicamento apenas antes da relação sexual foi mais eficaz do que daqueles que fizeram uso diário do remédio.

De acordo com o urologista Eduardo Bertero, do Hospital do Servidor Público Estadual de São Paulo, os pacientes que passam pela retirada da próstata compõem o grupo mais difícil para o tratamento da impotência sexual. “A disfunção erétil é uma conseqüência da cirurgia, pois o procedimento envolve a intervenção em um complexo de nervos importantes para o mecanismo da ereção”, explica Bertero. Estatísticas globais mostram que o número de cirurgias de retirada da próstata aumentou em 500% nos últimos 20 anos em todo o mundo. “Isso acontece porque o diagnóstico do câncer de próstata aumentou conforme os exames clínicos se aperfeiçoaram”, comenta.

Mas o uso de medicamentos inibidores da PDE-5 como a vardenafila (princípio ativo do Levitra®) pode tratar o problema. O estudo clínico internacional comparou o uso diário da vardenafila versus a tomada do medicamento apenas antes da relação sexual. Os resultados mostraram que 36% dos homens que utilizaram o comprimido antes do ato sexual e 20% daqueles que tomaram o remédio diariamente, à noite, conseguiram recuperar plenamente as funções sexuais com sucesso nas ereções e intercursos.

Para o cirurgião canadense Richard Willian Casey, diretor do The Male Health Centres (Ontário / Canadá), este é o primeiro estudo que ilustra a melhor forma de usar os inibidores da PDE-5 no tratamento de pacientes que passaram pela retirada da próstata. “Os resultados mostram que a vardenafila tomada sob demanda é bastante eficaz para tratar a disfunção erétil após a cirurgia. É segura para esse grupo de pacientes, ajudando na recuperação sexual”, afirma o médico. O especialista veio ao Brasil para apresentar a novidade aos médicos brasileiros durante o X Congresso Paulista de Urologia, em São Paulo.

Denominado REINVENT (Recovery of Erections: Intervention with Vardenafil Early Nightly Therapy), o estudo clínico internacional acompanhou durante nove meses a recuperação das funções sexuais de 445 homens (com idades entre 18 e 64 anos) após a cirurgia para a retirada do tumor de próstata, em 87 centros de saúde ao redor do mundo. Após 14 dias da realização da cirurgia, os pacientes foram divididos em três grupos e iniciaram um tratamento à base de vardenafila ou placebo, tomados diariamente ou somente quando o ato sexual fosse planejado. No grupo placebo, apenas 17% dos pacientes teve êxito na relação sexual, enquanto que no grupo que recebeu a vardenafila o sucesso foi de até 36%. O trabalho foi publicado na revista European Urology (da Associação Européia de Urologia).

Saúde masculina na Internet

A Bayer Schering Pharma criou o portal “Bayer para Homens” com informações atualizadas e dicas sobre medicina, comportamento e bem-estar. Dirigido aos homens e mulheres, o site aborda os principais temas de sexualidade e saúde masculina como disfunção erétil, perda de libido e DAEM (Distúrbio Androgênico do Envelhecimento Masculino), conhecido popularmente como andropausa. Acesse www.bayerparahomens.com.br

Tratamento

Levitra® (vardenafila, da Bayer Schering Pharma) é uma molécula moderna, indicada para o tratamento da disfunção erétil (DE) e pertence à classe dos inibidores da PDE-5, enzima associada à ereção peniana no homem. O uso de Levitra® bloqueia a ação dessa enzima, o que melhora e prolonga a ereção mediante estímulo sexual.

Fonte: Burson-Marsteller

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* Por Dr. Ricardo Teixeira

Há tempos já sabemos que enxaqueca não é só dor de cabeça. Quem tem enxaqueca tem mais chance de sofrer de depressão, ansiedade, sintomas do labirinto e maior risco de derrame cerebral. Nos últimos anos, alguns estudos têm revelado que a enxaqueca também está associada a um maior risco de infarto do coração. A razão para esse maior risco de doenças cardiovasculares ainda não é bem conhecida e são vários os candidatos: aterosclerose, sangue com maior tendência à trombose, espasmo dos vasos sanguíneos e/ou alterações cardíacas associadas.

Um estudo publicado na última edição da revista Neurology (Academia Americana de Neurologia) ajuda-nos a entender melhor a relação entre a enxaqueca e eventos cardiovasculares, sugerindo que o primeiro suspeito da lista, a aterosclerose, não parece ter chance de ser o culpado.

Moradores do norte da Itália foram submetidos a acompanhamento médico por 5 anos, incluindo exames seriados das artérias femorais e carótidas - que medem o grau de aterosclerose de um indivíduo. Na população estudada, as pessoas que sofriam de enxaqueca tinham até mesmo um grau de aterosclerose menor do que aqueles sem enxaqueca. Em contraste, a população que tinha enxaqueca apresentou maior risco de trombose nas veias, tanto nas pernas como no pulmão. A freqüência de trombose venosa foi de 18,9% comparada a 7,6% nas pessoas sem enxaqueca.

Esses resultados, além de indicarem que a aterosclerose não deva ser o maior responsável pelas complicações vasculares dos pacientes com enxaqueca, sugerem que o segundo suspeito, sangue com maior tendência a trombose, possa realmente ter mais culpa no cartório do que se imaginava até então.

O maior risco de trombose nas veias encontrado na pesquisa apóia essa hipótese, já que a coagulação do sangue é vista como o principal fator causal nesse tipo de trombose. Nesse estudo, os indivíduos com enxaqueca ainda apresentaram mais fatores da coagulação do sangue que predispõem à trombose (Mutação do fator V Leiden), especialmente no caso da enxaqueca com aura.

Essa maior tendência à trombose pode também estar associada ao conhecido fato de que há uma ativação da coagulação sanguínea no momento de uma crise de enxaqueca e que perdura por alguns dias. Apóia também essa hipótese o fato da pesquisa ter revelado que o risco de trombose foi maior nas pessoas que tinham mais anos de história de enxaqueca. Estudos anteriores já haviam mostrado que crises freqüentes aumentam o risco de lesões cerebrais por trombose nas artérias.

Hoje, podemos falar de boca cheia que a decisão de se iniciar um tratamento para enxaqueca para redução da freqüência e intensidade das crises tem a intenção não só de melhorar a qualidade de vida. O tratamento visa também proteger o indivíduo de vir a desenvolver tromboses no cérebro e provavelmente em outras partes do corpo.

:: Dr. Ricardo Teixeira é Doutor em Neurologia pela Unicamp. Atualmente, dirige o Instituto do Cérebro de Brasília (ICB) e dedica-se ao jornalismo científico. É também titular do Blog “ConsCiência no Dia-a-Dia” e consultor do Grupo Athena.

Home-page : drricardoteixeira.wordpress.com

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Chega a Brasília método que revoluciona o treinamento de atletas profissionais e amadores. Com apenas uma amostra de sangue é possível desvendar a condição atual do metabolismo

Melhorar o tempo, participar de competições mundiais e ter a certeza de que isso será perfeito se não causar danos aos órgãos e as articulações, faz parte do desejo de milhares de atletas que dedicam boa parte do tempo à prática do esporte de médio ou alto impacto. O especialista em medicina esportiva, Antonio Borja, traz a Brasília o procedimento que revolucionará o treinamento e trará benefícios aos amantes do esporte.

A Bioquímica do Esporte surge como uma proposta de ampliar os estudos hematológicos personalizados que avalia como está o organismo do paciente a nível celular e o conjunto de condutas que devem ser adotadas. O método propõe um estilo de vida compatível, diagnosticando alterações antes dos sintomas clínicos aparecerem e conseguindo alterar-las.

A novidade leva em consideração as alterações produzidas pelo estilo de vida de cada pessoa e a sua relação com a fisiologia e bioquímica celular em função da aplicação de cargas de trabalho físico. “O monitoramento do estado físico aponta as melhores condutas evitando lesões aos praticantes de atividade física”, complementa Dr. Borja.

Para os atletas de alto rendimento, que buscam desempenho, a Bioquímica do Esporte monitora o volume e a intensidade de treinamento que o atleta suporta, servindo como parâmetro para dosar níveis ideais de carga sem comprometer o organismo. No caso dos não atletas ou atletas amadores, aqueles que não buscam rendimento, a monitoração especifica como esta o organismo e quais as reposições necessárias ou alterações no estilo de vida.

A partir da coleta de sangue, medidas biométricas, avaliação clínica e anamnese são produzidas análises de 50 a 128 resultados bioquímicos e hematológicos, oferecendo o maior número de informações avaliadas. “Uma pequena amostra de sangue é o suficiente para detectar disfunções orgânicas, intoxicações e desequilíbrio fisiológico”, ressalta o médico Antonio Borja.

Atualmente, o procedimento é oferecido em clínicas do Rio de Janeiro e São Paulo. Em Brasília a novidade chega em outubro e atende aos mais diversos públicos e idades, de crianças a idosos, passando por atletas profissionais e amadores. A ferramenta, que mistura ciência, medicina e tecnologia é a solução para evitar doenças e propor a reposição das necessidades individuais.

Fonte: AthenaPress

Via MaxPress agência de pautas

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Vem da China o novo aliado para prevenir doenças, emagrecer e combater a depressão

Por Dra. Sylvana Braga*

Na onda do chá verde e branco, começa a ganhar espaço no País o chá vermelho. Fornecendo muito mais benefícios à beleza e à saúde, ele está sendo usado para prevenir doenças, reduzir peso e retardar o envelhecimento.

Muito popular na China e no Oriente, tornou-se grande aliado da medicina ortomolecular, principalmente pelo efeito “depurador de gorduras”. São inúmeros seus benéficos para o bem-estar, inclusive na parte emocional, porque ajuda a combater a depressão. Apresenta também anti radicais-livres e propriedades antioxidantes, que previnem o envelhecimento celular e as doenças degenerativas.

Feito com as folhas de camellia sinensis (o mesmo arbusto que produz os chás verde e branco), o chá vermelho também tem efeito analgésico, anticoagulante, antibiótico, antidiarréico, anticárie e proteção das artérias. É rico em componentes essenciais, como polifenois, catequinas, teofilina, teobromina, vitamina C, vitamina B, cafeína e taninos - pool de substâncias que acelera o metabolismo e reduz o colesterol, melhorando ainda a digestão.

Na maioria dos casos, os chás são um tratamento natural, que não possuem contra indicações. Mas com o chá vermelho a situação é diferente: se tomado em excesso, aumenta a ansiedade, a insônia, a TPM e a possibilidade de cálculos renais, por conta do alto teor de oxalatos. Deve ser evitado por grávidas e pessoas com hipertensão arterial, que podem tomar no máximo uma xícara.

Quente ou gelado, pode ser ingerido até três vezes ao dia. Aconselha-se ferver a água de três a cinco minutos e deixá-la em infusão por três minutos antes de bebê-la.

*Dra. Sylvana Braga (www.sylvanabraga.com.br) é médica ortomolecular, nutrologista, reumatologista e fisiatra com clínica no Rio de Janeiro e em São Paulo.

Fonte: Ralcoh Assessoria & Estratégia de Comunicação

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Piccadilly oferece inúmeras tecnologias do conforto em calçados para mulheres que passam longos períodos na mesma posição. O principal lançamento para coleção Outono-Inverno 2008 é o Infravermelho Longo que ajuda a circulação sanguínea nos pés, canela e panturrilha, auxiliando na prevenção dos inchaços, dores e varizes nas pernas.

Depois de trabalhar o dia inteiro, a primeira coisa que a maioria das mulheres faz quando chega em casa é tirar o sapato. Quantas pessoas já ouviram elas dizerem: “Este sapato está me matando!”. Motivo de estresse e mau humor, as dores nos pés e nas pernas causadas pelo calçado podem ser sinal de doenças. O médico reumatologista Roberto E. Heymann explica que o uso de um calçado inadequado na atividade diária, sobretudo aquelas que exigem a posição ortostática (em pé) na maior parte do dia - como professoras, enfermeiras, comissárias de bordo, lojistas, entre outras profissões -, pode causar dores na panturrilha, no joelho e na coluna lombar, além de facilitar o surgimento de varizes.

“Uma doença comum causada pela falta de proteção e conforto na sola dos pés é a fascite plantar, que é a inflamação de um ligamento situado na planta do pé, a fascia plantar. Este ligamento sustenta o pé ao caminhar e, por suportar forças muito grandes, freqüentemente é acometido por pequenas rupturas junto à sua inserção no osso do calcanhar. O tratamento exige muito alongamento dos membros inferiores”, ressalta.

De acordo com Heymann, usar um calçado adequado previne todos esses problemas por absorver o impacto da força vertical, proteger a base plantar de lesões, manter o pé em postura correta evitando fadiga muscular excessiva e inflamações, além de permitir o retorno adequado do sangue venoso, melhorando a circulação.

Um estudo realizado em Taiwan avaliou três tipos de calçados para revelar qual é o modelo mais adequado ao trabalho diário das enfermeiras locais. Os pesquisadores mostraram que o calçado ideal deve possuir:

1) Suporte com a propriedade de reduzir a fadiga na panturrilha e dispersar a pressão no arco plantar (curva da sola do pé);

2) Solado com espessura de 1,5 cm na anterior do pé para diminuir o desconforto lombar, causado pela pressão no local e a força vertical;

3) Revestimento externo em materiais amolecido ou no material do solado (por exemplo de poliuretano) para aumentar o conforto;

Piccadilly apresenta linha de calçados que previnem varizes e dores nas pernas

Marca escolhida de muitas empresas, como hospitais e companhias aéreas, para compor o calçado do uniforme de suas colaboradoras, a Piccadilly investe em tecnologias do conforto para deixar as mulheres com um visual moderno, mas sem precisar sofrer com dores nos pés a nas pernas. O último lançamento são os calçados com Infravermelho Longo - uma fibra com platina, alumínio e titânio que é inserida embaixo da palmilha interna dos calçados e, por meio do calor do próprio corpo, esta manta emite raios similares aos irradiados pelo sol que agem na eliminação de toxinas do organismo e aliviam o cansaço nos pés.

“Ao ser incorporada em sapatos, esta tecnologia proporciona imenso bem-estar e saúde por auxiliar a circulação sanguínea dos pés, canela e panturrilha, prevenindo doenças, como varizes, inchaços, inflamações e até osteoporose” explica Tibúrcio Grings, diretor de desenvolvimento da Piccadilly. A manta de Infravermelho Longo também é envolvida com algodão antibacteriano, que impede a proliferação de microorganismos causadores do mau cheiro. “Quanto mais andar com o calçado, mais a pessoa irá descansar, pois seu organismo emitirá mais calor ativando constantemente a ação da fibra”, afirma o diretor.

No segmento calçadista brasileiro, o método é exclusivo da Piccadilly. Na coleção Outono-Inverno 2008, a tecnologia Maxy Therapy está disponível em oito modelos da linha woman, que irão surpreender todos os estilos de mulheres.

Piccadilly investe na moda superconfortável

Preferida das mulheres que exigem conforto aliado à elegância, a Piccadilly é pioneira em investir em tecnologia para desenvolver calçados que oferecem conforto absoluto. Elaborado com fôrma exclusiva, todo calçado Piccadilly respeita as características dos pés femininos, levando em consideração, além da linha áurea, as medidas na altura dos dedos e do peito do pé, favorecendo a circulação e proporcionando uma ótima sensação de leveza e bem-estar.

Com contrafortes que se amoldam ao formato do pé e ainda não deformam, os calçados Piccadilly se ajustam delicadamente ao calcanhar e acomodam os pés com perfeição. O avesso de microfibra combina boa aderência com suavidade, evitando bolhas e danos às suas meias. Os forros são dublados com espuma especial de alta densidade, que retorna à forma original depois de pressionada, assim, o interior do sapato nunca perde o formato original.

A Piccadilly ainda oferece calçados com palmilha composta por microporos (que absorvem a umidade natural dos pés), e agora com mais 70% de conforto, pois a espuma da palmilha interna passou a ter 5mm , saltos com paredes espessas que dão maior resistência e fixação, tacos em material TPU que proporciona menor dureza e reduz o incomodo barulho “toc toc”, com grande aderência e baixo desgaste (possui quinas arredondadas que evitam riscos e arranhões ), e muito mais detalhes projetados especialmente para oferecer o máximo de conforto.

Sobre o médico

Roberto E. Heymann é graduado em Medicina pela Faculdade de Medicina do ABC (1986) e possui especialização em Reumatologia pela Universidade Federal de São Paulo (1991), mestrado em Reumatologia pela Universidade Federal de São Paulo (1993), doutorado em Reumatologia pela Universidade Federal de São Paulo (1997) e em clinica medica pelo Hospital Heliópolis (1999). Atualmente é chefe do ambulatório de fibromialgia da disciplina de reumatologia da Universidade Federal de São Paulo, integrante da diretoria executiva da Sociedade Paulista de Reumatologia, presidente do Comitê de Dor, Fibromialgia e de outros reumatismos de partes moles pela Sociedade Brasileira de Reumatologia, médico integrante da comissão medica do Hospital Israelita Alobert Einstein . Tem experiência na área de Medicina, com ênfase em Reumatologia e Clínica Médica.

Fonte: Atitude Assessoria Em Comunicação

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Reprodução do Terra Magazine (edição Abril 2006)

Por Mária Falcão

Primeira coluna é sempre um problema, a começar pelas resoluções quanto ao estilo do texto. Resolvida essa questão, vem a indecisão em torno do so called tema ideal. Gripe aviária? Células tronco? Dengue? Qual o assunto da moda, se é que saúde pode ser considerada assim? Na falta de assunto, a velha e boa fórmula é sempre uma mão na roda: recente pesquisa da universidade X, que esta testando a vacina Y contra a proteína Z… No fim, a impressão que tenho é a de que quase toda coluna de saúde é igual. Mas, levando-se em consideração o fato de que elas realmente chamam a atenção do leitor, fugir desse formato talvez seja burrice ou no mínimo teimosia. E assim, lá vou eu, atrás do assunto em voga na semana.

Desde que recebi o convite para escrever esta coluna, venho me perguntando: até quando saúde vai ter que ser sinônimo de câncer, aids, dietas milagrosas, pesquisas e promessas de cura para ser vista como assunto a ser considerado. Quem trabalha no ramo bem sabe: saúde, ou melhor, a falta de, é também a velha e já batida hipertensão, o diabetes, a cólica. É ainda a diarréia, a dor de cabeça da ressaca, a unha encravada que inflamou, a fila para atendimento nos postos, os problemas com o SUS, e por aí vai. É tudo tão próximo e tão real quanto a violência nas cidades, tão cotidiano quanto as flutuações do câmbio e altas e baixas da bolsa, tão freqüente quanto as maracutaias no congresso nacional. E simplesmente por ser assim, parte da rotina de todos nós, e indissociável das nossas vidas, é que acho que deveria vir para a mídia de forma menos mitificada. Ou sem a necessidade do glamour habitual que acompanha os temas que vão para as capas de revistas. Saúde bem no estilo “a vida como ela é”.

E pra fazer valer todo esse meu discurso, nesta coluna número zero venho com o seguinte tema: cotonete no ouvido faz mal à saúde! Um assunto simples, quase sem nenhum “requinte”, mas que, posso apostar, vai fazer muita gente balançar a cabeça positivamente e dizer: “esse sou eu”.

O ritual começa com a inocente e perfeitamente justificável higiene externa. “Vou limpar só a parte de fora pra tirar o excesso”, é o que diz a maioria das pessoas. E é bom que se diga logo, não existe esse negócio de excesso de cera no ouvido. O que pode acontecer é uma maior produção, em determinados momentos, como no período menstrual ou em situações de estresse. Pessoas com pele oleosa também podem ter essa tendência. E é no pegar o cotonete para a dita limpeza superficial que mora o problema - quem já sentiu a sensação antes, não resiste. Quando menos se espera, está lá você, enterrando o tal no ouvido, quase em êxtase, dando 360 graus ininterruptos e pouco se importando com o tímpano ou mesmo com a cera!

Mas isso não pode acontecer. Primeiro porque o ouvido já tem um mecanismo de auto-limpeza que empurra as células cutâneas mortas para fora. Segundo, porque o uso de cotonete pode causar um processo inflamatório que atinge a pele do canal auditivo externo, além de empurrar a cera para dentro, formando um tampão de cera. Esse tampão pode provocar uma sensação de eco ou até a perda temporária da audição. E terceiro, porque, diferentemente do que muitos pensam, o cerume não é sujeira, funcionando na verdade como proteção. Está certo que não é nem um pouco agradável ficar com o ouvido sujo. Por isso, os especialistas orientam que o ideal é limpá-lo após o banho com a ponta da toalha, só até onde o dedo alcançar - e esse dedo NÃO deve ser o mindinho!

Outro problema bastante comum é a otite média. Essa é uma infecção causada por microorganismos que podem ser transportados também pelo cotonete. Em alguns casos, os cotonetes podem ainda perfurar a membrana do tímpano, causando sangramento e lesões mais graves na região, como a surdez parcial.

Mas por que diabos usar o cotonete no ouvido é tão bom? A sensação agradável, dita por alguns especialistas ser comparável ao orgasmo, acontece pois essa é uma região ricamente inervada. Existem aí muitas terminações nervosas que no contato com qualquer objeto dão origem a estímulos que, no cérebro, se traduzem nas tais sensações.

Bem, saúde é isso. Uns assuntos mais simples, outros mais complexos, uns mais chulos, outros sofisticados. Tudo, porém, saúde.

Maria Falcão é médica e mestre em jornalismo científico pela Universidade de Londres.

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Confira 5 lições para não engordar

Posted by admin on December 28th, 2007 in Saúde e Bem-estar No Comments

Vamos combinar que é impossível viver de regime. Mas claro, também não dá para ficar infeliz com o próprio peso. Você pode sim fazer as pazes com o espelho ao adotar alguns hábitos que fazem toda a diferença na balança e não tiram o seu prazer à mesa. Gostou? Então, siga estas dicas supersimples e comemore os resultados.

Lição 1 - Fique atenta ao consumo de calorias
É só por meio de um déficit calórico que o organismo vai usar as gorduras armazenadas no corpo (geralmente na nossa cintura) para produzir a energia fundamental às necessidades calóricas do dia - para manter o peso, uma mulher adulta precisa de cerca de 2.000 calorias diárias e se consumir menos do que esse total vai conseguir emagrecer.

“Para que ocorra um processo de emagrecimento saudável é importante também ter muita atenção à porção de alimentos ingeridos, que devem ser adequados individualmente para suprir às necessidades nutricionais e não somente calóricas. Na prática, isso significa que é preciso variar os produtos e montar refeições bem coloridas”, explica a nutricionista Roseli Rossi (SP).

Lição 2 - Aumente o número de refeições
Ao comer entre cinco e seis vezes por dia, o metabolismo fica acelerado e, conseqüentemente, acontecerá queima calórica diária. “Estima-se que dessa forma pode-se aumentar em até 10% o gasto energético total de uma pessoa. Já ao contrário, quando ocorre um jejum prolongado, o organismo tem maior facilidade de acumular gorduras como defesa, a fim de utilizá-las como forma de energia quando for necessário”, alerta Roseli, que completa: “Também não podemos esquecer que em momentos de jejum prolongado o risco de se exceder na quantidade de alimentos na refeição seguinte é muito maior”.

Lição 3 - Fuja das gorduras
Isso não significa apenas ficar longe das frituras, mas também de produtos formulados com essa danadinha. É o caso da manteiga, pães folhados (tipo croissant), congelados, enlatados e embutidos. “É bom ficar atenta especialmente às do tipo saturada e as trans, que são altamente oxidativas e inflamatórias, responsáveis pelo aumento do colesterol ruim e acúmulo de plaquetas nas artérias, elevando os riscos de desenvolver doenças cardiovasculares. Além disso, sabe-se que a densidade calóricas das gorduras é bastante superior a de outros macronutrientes, pois ela possui 9 calorias por grama ao passo que o carboidrato e a proteína têm apenas 4 calorias por grama”, calcula Paula.

No entanto, gorduras ‘boas’, ou seja, as insaturadas, monoinsaturadas e poliinsaturadas, devem ser incluídas no cardápio diário porque elas ajudam a reduzir o colesterol ruim e auxiliam na saúde do coração.

Lição 4 - Consuma frutas
Essas delícias são riquíssimas em nutrientes, como vitaminas, minerais e substâncias bioativas, que trazem inúmeros benefícios ao organismo. Porém desde que consumidas de maneira e em quantidade adequadas e fracionadas ao longo do dia - não vale comer uma porção enorme de salada de frutas ou uma vitamina caprichada de uma vez e depois não ingerir nada ou, pior, consumir uma fruta hoje e outra na semana que vem. “Dessa forma até mesmo frutas consideradas bastante calóricas, como abacate, pode ser ingerido, desde que com moderação”, afirma Paula.

Outra grande vantagem de consumir frutas é que elas são ótimas alternativas para a fominha fora de hora e, principalmente, servem como substitutas para o chocolate e outras sobremesas industrializadas, cheias de açúcar e gordura. Sem contar que elas podem ser incrementadas com adoçante próprio para ir ao fogo, canela, cravo ou anis estrelado e colocadas no forno ou acompanhadas com uma calda light para aplacar a gula de doce.

Lição 5 - Faça da salada sua melhor amiga
Além de contribuir para a hidratação do corpo, por possuir uma grande quantidade de água, as saladas ainda ajudam na qualidade da digestão. Mas não pense que trocar uma refeição equilibrada, com uma porção adequada de carboidratos, por um prato lotado de alface e um grelhado é saudável. Quando isso acontece, a tendência de uma compensação na próxima refeição aumenta.

Fonte: Terra Mulher

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ivete_moda_foto.jpgJá pensou na possibilidade de ser dona de pernas tão bem definidas e desejadas quanto as da cantora Ivete Sangalo? O verão chegando e você arrasando na praia com uma minissaia?

Além de dar um upgrade no visual e chamar a atenção masculina, pernas bem torneadas ainda podem ser sinônimo de saúde e qualidade de vida. “Exercitar os membros inferiores é de extrema importância para a circulação sanguínea. Isso facilita o retorno do sangue venoso, evitando varizes, aumentando o tônus muscular, a força e a resistência”, explica a educadora física Gabriela Olive.

Gabriela lembra ainda que mulheres que não estão acostumadas a fazer exercícios físicos devem começar de leve, de acordo com seus limites. “Quem não está acostumada deve fazer um volume de treino menor, com séries e repetições menores. A carga também deve aumentar de forma progressiva”, conta.

E eis a pergunta que não quer calar: malhar as pernas reduz a quantidade de celulite? Apesar da celulite ser um fator que envolve um número considerável de causas, o exercício ajuda na circulação e diminui a gordura localizada. Isso, sem dúvida, é um grande aliado contra aquelas celulites chatas e indesejadas. “É fundamental que a mulher mantenha também uma alimentação saudável”, comenta Gabriela.

Tempo certo de sentir os ‘efeitos’
Com disciplina e força de vontade, é possível que a mulher comece a sentir os resultados estéticos num período de dois a três meses. “Mas os efeitos fisiológicos para a mulher são imediatos”, comenta Gabriela.

Claro que fatores genéticos influenciam, e muito, nos resultados obtidos por cada mulher, mas isso não é motivo para já desistir de cara da malhação.

“Se o objetivo da mulher é definir as pernas, o número de repetições deve ser maior e a carga deve ser moderada”, explica Gabriela. Já quem procura um aumento no volume das pernas, deve usar cargas mais pesadas, com um número menor de repetições.

Cuidados durante os exercícios
Enquanto executa cada exercício, é importante manter o abdome sempre contraído e realizar movimentos lentos. “É importante também que a coluna esteja ereta, o pescoço relaxado e a respiração contínua”, ensina a professora.

O ideal é que se comece com séries intercaladas com pausas de 20 a 30 segundos. Roupas leves e confortáveis e o uso de tênis são fundamentais.

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