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77 lições de belezaO que os maquiadores fazem - escondidinhos nos camarins - para deixar as modelos incríveis. Os mandamentos para sair do salão feliz da vida com o corte novo. O segredo das celebridades (guardado a sete chaves) para parecerem sempre jovens. A revista Nova fez uma seleção com as melhores idéias e sacadas de beleza que dão resultado. É tudo comprovado.

5 maneiras de sair do salão feliz da vida com o novo corte

1. Nunca, jamais, em hipótese alguma, faça uma mudança radical quando estiver deprimida, com raiva ou de TPM. As chances de se arrepender, numa escala de 0 a 5, é 6.

2. Escolha um cabeleireiro em quem confie. Aquele que vai tirar dois dedos, se for apenas isso que você pedir - e nem uma tesourada a mais!

3. Levar uma foto de referência ajuda. Mas, antes, pergunte ao profissional: “Tem a ver com o meu estilo? E funciona no meu tipo de cabelo?” As respostas poderão livrá-la de um mar de lágrimas.

4. Para não tomar um susto com o novo visual, combine com o cabeleireiro de fazer a transformação step by step: um mês, você tira um pouquinho e vê como se sente. No outro, mais uma diminuída…

5. Evite essa ousadia na véspera ou no dia de um evento especial, como um casamento, viagem importante ou jantar com aquele gato. A situação já gera expectativa, então é melhor contar com a segurança do velho e conhecido cabelo. Além disso, o corte levará alguns dias para ficar do seu jeito.

Acesse a Nova e fique por dentro de todas as dicas selecionadas pela revista.

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symbio-loreal.jpgComo nem sempre é possível colorir as madeixas em um salão de beleza, seja por falta de dinheiro ou mesmo tempo, muita gente acaba incorporando a cabeleireira e fazendo retoques de raiz, mechas ou cobrindo os fios brancos em casa mesmo. Mas para que essa prática não se torne um verdadeiro desastre, siga 10 regrinhas.

1. Não economize na tintura
“O excesso de tinta é desperdício, pois não vai modificar o efeito desejado, nem para melhor, nem para pior. Já a falta de tinta prejudica o procedimento, ou seja, o cabelo pode ficar com algumas falhas na coloração. Por isso, o melhor é seguir as instruções da embalagem, já que a quantidade de oxidante também é muito importante. Mais oxigenada do que tinta compromete a cor, já que fica diluída. E colocar mais tinta, pode manchar. “Além disso, é preciso equipamentos como medidores, catálogos de cores, pois na embalagem só vem a cor da tinta,” explica o cabeleireiro Luiz Fernando Ricci.

2. Faça o teste da mecha
Antes de qualquer coisa, não esqueça nunca, de fazer o teste da mecha. O expert Luiz Fernando explica que é por meio desse teste que a pessoa saberá se é alérgica ao produto e se o fio está pronto para receber a tinta. “Prepare um pouco de tintura e passe em uma mecha atrás da nuca. Se não der nenhum problema, como coceira, irritação ou quebra dos fios, o produto poderá ser usado sem restrição.”

3. Faça o teste da mecha
Outros processos químicos podem ter muita influência no resultado obtido com a coloração. Em muitos casos é necessário aplicar tintas de diferentes tonalidades na raiz e nas pontas para que a nuance fique uniforme. O profissional é a pessoa mais indicada para te ajudar antes de tingir o cabelo em casa. Porém, se você não quer alterar a cor, basta usar o tom exato das melenas.

4. Ilumine o visual com luzes
Na opinião dos especialistas, esse é um procedimento que não deve ser realizado em casa, já que exige habilidade e produtos específicos para a técnica. Se feita de forma errada, as luzes podem ficar manchadas, assim como o restante dos fios. Agora, caso você saiba fazer o procedimento, fique atenta com as nuances que mais combinam com você. Para as negras, mechas douradas, acobreadas e tons avelã. Nas loiras, a moda é raiz escura e pontas mais claras. As ruivas podem apostar nos dourados e as morenas em cores quentes, como os acobreados.

5. Use a sua cor natural como base
Segundo o hairstylist e colorista Eliseu Farias, escolher corretamente a cor de base é fundamental para que o resultado seja positivo, já que ela é a tonalidade que mais se aproxima da cor natural dos fios. “Entre outras funções, a cor de base ajuda na cobertura dos brancos, auxilia na correção de manchas e escurece o cabelo e fecha os tons. Se a cor estiver errada, pode não ser tão gritante na hora, mas quando vierem os fios novos, isso vai ser facilmente percebido”, afirma o profissional.

6. Fique atenta aos fios brancos
Para quem não consegue se livrar dos tão temíveis fios brancos, o uso de tinta deve ser feito com um intervalo menor de tempo, podendo ser uma vez por mês ou até mesmo a cada 15 dias, dependendo da quantidade de brancos. Quanto a tonalidade a ser escolhida, use colorações de dois a três tons mais claros do que a cor natural, já que as nuances mais claras ajudam a disfarçar o problema. Tons base como castanho escuro a loiro claro cobrem praticamente todos os cabelos brancos, sendo os mais recomendados para esses casos.

7. Respeite o tempo de pausa
“É preciso respeitar o tempo de espera encontrado na embalagem, já que o uso incorreto pode comprometer a cor desejada. Caso a pessoa fique menos tempo do que o recomendado, a fixação do produto pode ficar comprometida e ter uma durabilidade menor. Em tempo: o uso da tinta em um período superior pode manchar os fios com excesso de corantes”.

8. Não confie no tom da caixinha
O que está na caixinha é apenas uma referência do resultado alcançado. O resultado será similar, mas não igual ao da foto, ok? Tudo vai depender das condições atuais do seu cabelo. “É importante levar em consideração se ele é natural ou já possui algum tipo de química, por isso, o mais recomendado é consultar um profissional antes de realizar a técnica”, aconselha Eliseu.

9. Invista nos cuidados após a tintura
Hidratar é a palavra chave para manter as madeixas sempre saudáveis. Esse tratamento deve ser realizado antes e depois da coloração, já que o processo nutre as melenas dando força para que o cabelo receba a tinta diminuindo o desgaste que a química resulta. “Eu recomendo lavar a cabeça apenas dois dias após o processo, pois esse é o tempo necessário para a pigmentação se fixar melhor nos fios. No dia-a-dia use xampu e condicionador específicos para cabelos tingidos, com ingredientes que combatam o ressecamento e prolongam a cor”, aconselha Luiz Fernando.

10. Utilize os acessórios certos
Na hora de tingir as madeixas você precisa ter os acessórios certos. O primeiro passo é utilizar o kit que acompanha a coloração como luvas e aplicador. Também é preciso de um pente para a divisão do cabelo e um pincel próprio para espalhar melhor a tinta. Para que o rosto não fique manchado, o ideal é passar uma camada de creme protetor na testa e contorno das orelhas. E para não manchar a roupa, proteja os ombros e costas com uma toalha.

Fonte: Revista Plástica & Beleza

Quer saber mais sobre cores para cabelos? Visita o blog Tinta no Cabelo da Bruna Biasso

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O que o gênio da lâmpada e a fada madrinha têm em comum? Eles realizam sonhos. Chegam à vida da personagem quando ela está aprisionada em problemas, sem saber como alcançar seus objetivos, e, num estalar de dedos ou chacoalhar de varinha, eis que surge o desejado. Mas, alto lá!, mesmo nos contos de fadas, há uma prerrogativa para tudo acontecer: é preciso pedir. Isso significa saber qual é seu sonho, visualizá-lo com detalhes, aceitá-lo e se considerar merecedor dele. Com a primeira etapa definida, está na hora de perguntar o que se pode fazer para concretizar o sonho. Deixe de lado o gênio da lâmpada e a fada madrinha. Agora é por sua conta e risco. É você quem irá traçar essa trajetória, tão genial e emocionante, de transportar o mundo das idéias para o real. Sabe como? Planejando, executando e alternando soluções. “É importante confrontar o planejamento com o real para remodelar o sonho de acordo com a realidade que se apresenta”, orienta Ari Rehfeld, psicoterapeuta e professor de psicologia da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Os psicanalistas chamam isso de solução de compromisso. É como se fosse um pacto que você faz consigo mesmo e com a realidade para alcançar o que almeja – sem perder a disposição para realizar os ajustes necessários.
Não há magia nem milagre. Se você reconhece o sonho e já percebeu que ele é factível, está na hora de entrar com o plano de ações. Caneta e papel na mão, escreva o que quer, em detalhes, e marque uma data para começar – hoje mesmo, por que não? – e o período no qual espera alcançá-lo. Ou grave essas informações e as ouça quando se sentir sem estímulo para prosseguir. Não esqueça: você é o protagonista da história. “Quando se escolhe ser ‘o escolhedor’ da própria vida, já se tomou a principal providência em direção da autorealização”, conclui Dulce Critelli, professora de filosofia na PUC.

Para o sonho acontecer

Será que eu vou conseguir?

Sentir-se realizado está altamente vinculado a um fator psicológico conhecido atualmente como resiliência, que é a capacidade de enfrentar reveses e prosseguir, de ter um limite de frustração que permita suportar as dificuldades e avançar. “Só os fortes, que crêem em si mesmos, realizam seus sonhos. Sem a fortaleza de espírito, ficamos quase sempre no meio do caminho e começamos a somar fracassos”, afirma a psicóloga Dulcinea da Mata Ribeiro Monteiro. Para ela, o trio criatividade, capacidade de se renovar e maturidade consiste em um poderoso instrumento para alcançar metas. A maturidade permite olhar com objetividade, não interpretar erros como fracasso nem confundir prazer com realização. “A satisfação de um desejo ou de um capricho traz um prazer instantâneo, mas fugaz, muito diferente da realização de um sonho que conquista a felicidade efetiva, a tão gratificante sensação de ser você mesmo e de viver plenamente a vida que escolheu ter”, conclui a filósofa Dulce Critelli.

Sonhar é…

”Os sonhos são nossos ideais de realização, expressam valores e verdades internas. O sonho nos lança na inquietação da busca por nós mesmos. Podemos dizer que é o lugar onde nasce a fonte do ser, no sentido de ser cada vez mais si mesmo”, poetiza Dulceneia da Mata Ribeiro Monteiro, psicóloga e gerontóloga. Eles dão sentido à vida, indicam caminhos e renovam a vitalidade. Alguns estudiosos afirmam que é a capacidade de sonhar e ter projetos que nos mantém vivos. Ao estudar a questão do envelhecimento, comprovamos isso. “Estar vivo é se envolver em projetos, sejam eles quais forem, mesmo que seja ver o pôr-do-sol diariamente e se maravilhar”, exemplifica Dulceneia. Quer saber qual é a diferença entre projeto e sonho? Estabelecer um prazo. “Quando colocamos um prazo para nossos sonhos, eles se tornam um projeto e conseqüentemente realidade. Isso é tudo que faz a diferença”, pontua Dulceneia.

Matéria da Revista Bons Fluídos

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Tramas do erotismo

Posted by admin on March 22nd, 2008 in Relacionamentos No Comments

Sexo nunca é assunto neutro, por isso na mitologia de todas as culturas sempre existe um longo capítulo para explicar a atração sexual e as diferentes maneiras de amar. Conheça as muitas histórias sobre a eterna busca do prazer

E Deus criou o homem e a mulher. A partir daí, tudo que esses dois seres querem é ser felizes. De preferência, juntos. É assim há cerca de 2 milhões de anos e, desde o princípio, muitas histórias surgiram para explicar esse sentimento que nos faz querer tanto uma companhia.

O texto africano A Ruptura explica por que o homem e a mulher se procuram. Nele, o único ser vivente na Terra possuía um corpo e dois rostos. Um dia, Deus tropeçou nas estrelas, despencou escada abaixo e caiu em cima da criatura. Ela se partiu em dois - uma metade rolou em direção ao céu, a outra em direção à Terra. Os dois quiseram voltar e se acasalar. Um deles sentiu nascer uma carne no alto das coxas, enquanto o outro cavou o ventre para acolher aquela carne, sua também. O encontro durou pouco. Desde então, homem e mulher se encontram e se afastam. Sofreram uma ruptura e vivem apenas para curá-la.

Sagrado, profano, humano

Alguns mais saborosos do que outros, os mitos sobre a sexualidade - os parceiros, seus sexos e a descoberta do encontro - divertem, educam e até cumprem algumas funções. “Ajudam a entender as fontes do desejo e a descobrir o que fazer com ele. As histórias também amenizam os tabus da sexualidade. Pois sexo não é nem profano nem sagrado, mas sim humano”, acredita a psicoterapeuta junguiana Lúcia Rosenberg, de São Paulo.

Um dos mitos mais conhecidos vem da Bíblia: é o Gênese. A história de Adão e Eva. E também Lilith. Ops, não se trata de um triângulo amoroso, mas talvez a correção da criação. Na verdade, a primeira mulher foi Lilith, que veio do mesmo barro e na mesma época que Adão. A questão é que ela não aceitava as regras impostas pelo parceiro - como ficar por baixo na relação sexual. Adão não agüentou a insubordinação e falou com Deus. Assim, Lilith foi banida e uma mulher ao gosto do masculino surgiu: Eva. “Pela religião tradicional, Lilith foi feita de um pó errado, fez muitas barbaridades e mereceu ser castigada. Mas, em minha opinião, foi a primeira feminista do mundo”, diz, brincando, o escritor e contador de histórias Ilan Brenman, de São Paulo.

Donas do pecado

A mulher, aliás, costuma aparecer como a principal transgressora na mitologia. Talvez porque seja papel dela criar, transformar. É o caso de Eva, que mordeu a maçã (veja matéria Mil Faces da Maçã). Ela é culpada por tocar a árvore da sabedoria, proibida por Deus, e provar de seu fruto. “A árvore guardava o segredo de que somos finitos e incompletos. Quando esse segredo é revelado, instala-se a angústia. É isso que acontece quando provamos a plenitude do sexo. No momento do encontro sexual, nos sentimos plenos e tomamos consciência de que para manter essa sensação precisamos do outro. Daí vem o medo da entrega e da futura perda”, analisa Lúcia.

No mito, a serpente é a voz interna, que diz “vá, experimente”. “A felicidade resulta do equilíbrio entre ousadia e limite, que é algo redimensionado o tempo todo. Algumas coisas você pode mais, outras menos…”, diz Lúcia.

Atração sexual

Outras culturas têm sua versão para o primeiro homem e a primeira mulher, sem definir superioridades. Os gregos falavam do ser humano primordial, que não tem nome e é composto por duas metades, uma masculina e outra feminina.

Essa igualdade também está no conto africano As Folhas Secas. Deus modelou homem e mulher e colocou cada um em uma cabana. Entre elas, traçou um caminho de folhas secas para descobrir qual dos dois filhos seria mais vulnerável à febre amorosa. Um não sabia da existência do outro e mal abriam os olhos. Até que um dia a mulher tocou um sapo e o animal cuspiu-lhe veneno nos olhos. Ela os esfregou de forma que suas pálpebras se abriram e ela pôde ver o caminho de folhas secas que levava a um lugar agradável. Pressentiu a armadilha divina e, à noite, enquanto Deus dormia, molhou as folhas e atravessou a passagem. Encontrou o homem e se encantou por ele. Ele igualmente se apaixonou. Depois de se amarem, combinaram que no dia seguinte ele iria até a casa da mulher. À noite, depois de o sol ter secado as folhas, ele saiu e Deus o ouviu. Riu e pensou: “Até o fim dos tempos, que assim seja. O homem irá à mulher”.

A arte e a manha femininas registradas no conto não implicam vantagem ou desvantagem. “Mostram que a mulher, por viver de ciclos (menstruação, gravidez), sabe da espera, da melhor hora para agir. O homem age mais impulsivamente”, entende a psicoterapeuta Lúcia Rosenberg.

Fazer a guerra ou fazer amor

“Sem moral da história, muitas vezes um mito serve apenas para organizar o caos dos sentidos”, diz Ilan Brenman. Talvez por isso a mitologia explore tanto a guerra dos sexos quanto os finais felizes, como nesta lenda árabe…

Havia dois povos. Um guiado pelo profeta Moçailama e outro pela profetisa Chedja. Mas a profecia dizia que o Todo-Poderoso não podia se dividir. Ou inspirava o homem ou a mulher. Sendo assim, os poderes teriam de se enfrentar. A mulher foi ao encontro do rival. Ele aspergiu no ar o aroma de almíscar, rosa, jasmim, laranjeira, jacinto e cravo e mandou chamar Chedja. Com os sentidos atordoados, ela foi beijada e eles fizeram amor. No dia seguinte, ante toda a multidão, ela pronunciou: Moçailama introduziu o céu em meu ventre. Sigam-no como eu mesma o seguirei.

“Mais do que quem ganha ou perde, aqui prevalece a lei da ‘união faz a força’. Tem a ver com a comunhão”, interpreta Lúcia Rosenberg. “O psicanalista suíço Carl Gustav Jung (1875-1961) dizia que não somos metade de nada. Somos masculino e feminino, e o casamento desses opostos é que nos torna um só em espírito”, explica. “Mas fisicamente”, acrescenta, “somos incompletos.” Para um bom entendedor…

Significados do corpo

Muitos mitos nascem para dissolver tabus relacionados aos órgãos genitais, com freqüência tidos como feios, sujos, vis. Precisamos dessas histórias, que lembram que essas partes dão prazer e vida.

No hinduísmo, a vagina (chamada yoni) e o pênis (lingam) são sagrados. Tanto é que o casal espalha pétalas de rosa um sobre o órgão sexual do outro, considerados portas do êxtase sexual. O lingam representa a força presente na origem do Universo e está associado ao deus Shiva. A yoni é símbolo da energia criadora feminina e significa grão. O Universo está representado pela yoni, que rodeia o lingam, numa analogia de que para haver vida é preciso as duas energias em equilíbrio.

Menos sagrada, uma delicada história sobre o surgimento do clitóris vem do Tibete. Conta-se que os homens tinham suas próprias lanças, mas havia outras que viviam livres em campos de chá. Certo dia, uma moça colheu um dos bastões e o acariciou. Ele cresceu e foi brincar debaixo da saia dela, causando prazer de fazer o ventre rir. A moça escondeu a lança, mas sua avó a encontrou e jogou-a na lareira. A moça só teve tempo de salvar um pedaço do bastão e colocá-lo entre as pernas. O pedacinho se colou a ela e proporcionou doces prazeres. Desde então, todas as moças quiseram ornar suas intimidades.

Segundo a antropóloga Betty Mindlin, de São Paulo, é comum na mitologia, especialmente na indígena, partes do corpo serem personagens autônomos, dialogando com seu dono e chamando a atenção para a imensa importância que suas funções têm para a vida.

Para saber mais

. O Livro dos Amores, de Henri Gougaud (ed. Martins Fontes), reúne mitos sobre a origem da sexualidade na África, Ásia, Oceania, Europa e Américas.

. O Prazer Sagrado - Sexo, Mito e Política do Corpo, de Riane Eisler (ed. Rocco), explora o passado, o presente e o futuro potencial do sexo.

. A Alma do Sexo, de Thomas Moore (ed. Ediouro), aborda o sexo como uma experiência da alma e enfatiza temas como fantasia, desejo e moralidade.

. Mitologia Viva - Aprendendo com os Deuses a Arte de Viver e Amar, de Viktor Salis (ed. Nova Alexandria), busca na Grécia antiga significados para o mistério da existência humana.

Sexualidade reverenciada

Para os indianos, um dos quatro objetivos da vida é o kama, ou seja, prazer. O Livro do Prazer, ou Kama Sutra, é inteiramente dedicado à arte de estender esse bem-estar pleno o máximo de tempo possível. “Porque o orgasmo é uma forma de alcançar o maior nível de consciência e uma maneira de libertação”, diz o terapeuta Caio Kugelmas, de São Paulo.

Com igual reverência, há a interpretação zen-budista para o sexo. “O sentido do zen é permitir que a natureza se expresse por todos os nossos atos, e o sexo é um deles”, afirma Philip Toshio Sudo em seu livro Sexo Zen (ed. Sextante). Uma ode ao sexo despreocupado com número de orgasmos ou performances, o livro faz uma ponte entre o corpo, o desejo e o espírito.

O caminho da intimidade tem a ver com relaxar a tensão, deixar a técnica de lado, não ter pressa, rir, brincar, beijar, usar a boca para saborear, adormecer e despertar juntos.

TEXTO: Kátia Stringueto

Créditos: Reprodução da Matéria da Revista Bons Fluídos

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665171-2038-revista.jpgMastopexia Minimamente Invasiva, ou simplesmente MIM, é uma nova técnica que promete sustentar os seios de forma definitiva, com uma espécie de sutiã que molda os seios e é implatado sob a pele, e de maneira mais segura e menos invasiva - com a ajuda do dispositivo Cup&Up. Em entrevista, o cirurgião plástico Eyal Gur conta tudo sobre o método que desenvolveu.

A novidade é para os seios e vem do Oriente Médio, mais precisamente de Israel. O chefe do setor de microcirurgia Eyal Gur, do hospital Ichilov, em Tel Aviv, Israel, desenvolveu o método, que tem o mesmo papel de um lifting nas mamas: levantar, remodelar e firmar.

Seu diferencial está na cirurgia, que acontece de maneira menos invasiva, e no pós-operatório, já que tem um tempo de recuperação menor. Em relação aos resultados, o MIM se diferencia ao prometer efeitos mais duradouros - arriscam até a dizer permanentes. “Hoje em dia, os cirurgiões plásticos conseguem remodelar muito bem as mamas, mas os procedimentos utilizados são muito invasivos e nem sempre oferecem uma solução permanente”, afirma Adi Cohen, presidente da Minimally Invasive Mastopexy Ltd., empresa que está realizando os testes com a nova tecnologia. Conheça essa técnica revolucionária.

O que é essa cirurgia?
A base da técnica é um dispositivo batizado de Cup&Up, uma espécie de sutiã feito tela de silicone pré-moldado em diferentes tamanhos que é colocado sob a pele com o papel de sustentar e modelar os seios.

O implante é feito através de duas pequenas incisões e, depois da tela ser posicionada, ela é fixada nas costelas com parafusos de titânio. A técnica é indicada para mulheres que apresentam mamas caídas e flácidas e é uma boa opção para quem teme as cicatrizes maiores e mais aparentes da mastopexia tradicional.

Qual é o grande diferencial?
Quando a mama apresenta ptose (queda), quer dizer que a pele da região cedeu, ou seja, há uma lesão irreversível. Atualmente, a única solução para este caso é o lifting mamário, cirurgia que retira o excesso de tecido e reposiciona o material interno, deixando os seios em pé e firmes novamente. Mas essa técnica implica em cicatrizes com tamanho proporcionais à quantidade de tecido removido, que geralmente é grande.

E é justamente essa marca deixada pela cirurgia um dos maiores tabus entre as mulheres. Outro ponto levantado pelos pesquisadores é o fato de o lifting não ser um procedimento com resultados definitivos, uma vez que a gravidade continua atuando sobre os seios, que podem voltar a cair.

É aí que entra o MIM, que faz o mesmo papel do lifting de levantar as mamas e acabar com a flacidez, porém, sem a necessidade de retirar o excesso de pele. O resultado é conseguido com o implante do dispositivo Cup&Up que acomoda e sustenta o material interno.

Todo o procedimento é realizado por meio de duas pequenas incisões de aproximadamente 5mm nas laterais, o que deixa cicatrizes praticamente imperceptíveis. O efeito é mais duradouro, pois as alças do sutiã não perdem elasticidade com o tempo, garantindo, assim, a sustentação permanente das mamas. Todos estes pontos diferenciais da técnica apresentados pelos pesquisadores do MIM faz com que eles apostem no procedimento como substituto da mastopexia tradicional.

O futuro ainda não chegou
A novidade ainda está em fase de testes em animais e deve começar a ser aplicada (também em testes, inicialmente) em seres humanos ainda este ano. Este período irá determinar a durabilidade do sutiã e a sua resistência a esforços. A previsão é que a nova tecnologia chegue ao mercado em até dois anos.

Para padronizar e garantir a aprovação do procedimento junto às autoridades sanitárias em todo o mundo, a MIM pretende buscar a colaboração de cirurgiões plásticos de diversos países com Estados Unidos, Suécia e também do Brasil.

Parece, mas não é
Uma técnica de cirurgia mamária já existente no Brasil, chamada de ’sutiã interno’, é bem parecida com a Mastopexia Minimamente Invasiva, mas tem lá suas diferenças.

Diferentemente da MIM, esse procedimento atinge a glândula mamária por meio de uma incisão feita ao redor da aréola, por onde a pele é separada da glândula e esta é reduzida ou simplesmente remodelada. Assim que conquistada a nova e desejada forma, é colocada uma fina tela de silicone que atuará como um sutiã que mantém a forma, a firmeza e a sustentação.

A pele em torno da aréola se retrai naturalmente e assume a nova forma naturalmente. As cicatrizes são mínimas e ficam praticamente imperceptíveis devido à cor mais escura dos mamilos. A técnica foi idealizada para atender mulheres com seios caídos e que desejam dar sustentação e firmeza, pois a tela remodela as mamas e as deixa empinadas novamente. A vantagem é que não interfere na amamentação, nos exames complementares e tampouco na sensibilidade.

Fonte: Revista Plástica & Beleza

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657592-0284-cp_fotowagner.jpgEleito o Homem Vogue do Ano, pela revista Vogue Homem, Wagner Moura fez um ensaio para a publicação. Em uma das fotos ele aparece sem camisa e de pés descalços, apenas com uma calça jeans. Leia mais aqui

Por Elaine

Gente, tudo bem que ele é um grande sucesso e também uma gracinha. Mereceu ganhar como homem do ano e pelo conjunto da obra, mas cá pra nós, fisicamente é meio fraquinho. Enfim, não se pode ter tudo, afinal não existe homem perfeito.

Ainda falando sobre Wagner Moura Tropa de Elite irá competir na 58a edição do Festival de Cinema de Berlim. Leia mais aqui

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13_britney.jpgRio - A revista MAD, conhecida por seu humor politicamente incorreto, traz na capa da edição de dezembro caricaturas de Britney Spears, Lindsay Lohan, Paris Hilton e Nicole Richie.

Na ilustração, Paris Hilton está deitada sobre a mesa, com Nicole Richie vomitando sobre sua cabeça. Britney está fumando, abraçada a uma criança, enquanto Lindsay Lohan bebe uma garrafa de cerveja do gargalo.

A capa traz ainda um casal horrorizado ao ver a cena, intitulada “Passe as festas com Lindsay! Nicole! Britney! Paris!”.

A revista MAD foi criada em 1952 pelo editor Harvey Kurtzman e se tornou uma das principais publicações de humor e quadrinhos do mundo, com suas críticas.

Com Informações do site Terra.

Nota: Gente, eu já li muito essa revista. Acho que quase minha adolescência inteira.

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Playboy’ libera mais dois cliques de Juliana Knust; confira, no Globo Online

Juliana Knust vai fazer topless em ‘Duas Caras’

Rio - Juliana Knust autografa segunda-feira sua ‘Playboy’ e se prepara para mostrar mais ainda o corpão em ‘Duas Caras’. É que Débora, sua personagem, vai fazer topless em plena Praia da Barra. Ao trabalhar para Bernardo (Nuno Leal Maia), ela chega com biquíni sumário e os homens enlouquecem quando, por sugestão do chefe, promete tirar o sutiã se venderem todo o estoque de cervejas. Os machões bebem tudo rapidinho, mas o que Débora e Bernardo não imaginam é que, na hora da cena, no ar dia 20, Amara (Mara Manzan) aparece e faz o maior escândalo. A mulher de Bernardo joga areia em Débora e as duas se atracam. Um ladrão aproveita, rouba a pochete com a grana do dia e Bernardo tenta recuperar o prejuízo.

Segunda-feira, Juliana estará no 00, na Gávea, às 21h, para lançar a ‘Playboy’. Perguntada sobre por que posou, a atriz não titubeia: “Ser a capa de uma revista tão conceituada na visão do público brasileiro, só iria me acrescentar coisas positivas. Então, por que não?”

Nota: Posar para a Playboy é uma coisa, mas o diretor da novela querer que ela faça um topless na pela da personagem, é outra bem diferente. Não sei como o empresário da atriz concordou com essa exposição gratuita.

Juliana ganhou bem para posar para revista, ao contrário do salário pago pelas emissoras as jovens atrizes. Ah não ser que ele acredite que vá alavancar as vendas.

Bem, cada um com seu cada um.

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Rio - A Playboy divulgou nesta segunda-feira as duas capas da edição de dezembro com a atriz Juliana Knust, 26 anos.

julianaknustpelada_fotomenor.jpgEssa traz Juliana de topless, com as mãos tapando os seios, e de tanga dourada.

julianaknustnua_fotomenor.jpgJá esta capa é uma versão para colecionadores com apenas 20 mil exemplares, que mostra um close do rosto de Juliana e só estará à venda em locais selecionados.

Segundo foi publicado no Jornal O Dia Online, as fotos da atriz Juliana Knust foram feitas numa casa no alto do Joá e a produção foi formada pelo arquiteto Cláudio Bernardes(responsável pela ambientação do local); Luis Crispino assina os cliques e Márcio Vicentini o “styling”.

Fonte: Jornal O Dia Online

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30_mhg_knust_2.jpgRIO - Depois de aparecer toda rebolativa e com trajes mínimos fazendo pole dance na badalada uisqueria da Portelinha, em “Duas caras”, Juliana Knust, de 26 anos, mostrará um pouco mais ao público no ensaio da “Playboy” deste mês. A atriz resolveu tirar a roupa depois de um “namoro” de quase quatro anos com a revista masculina. O velho discurso de que o fotógrafo é “um fofo” e de que “teve a liberdade de escolher as fotos” vem na ponta da língua de Juliana, que também acredita ter “chegado o seu momento”. Leia mais na revista da TV. Leia mais na revista da Tv.

Fonte: O Globo Online

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