Tudo se Conta de Toni Jordan

Posted by admin on September 19th, 2008 in Dicas, Livros, cultura, escritores No Comments

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Para quem gosta de ler, essa é uma boa dica de livro.

Tudo se Conta

Tudo se Conta

Tudo se Conta

De Toni Jordan (romance)

Tony Jordan conta a história da personagem Grace Vandenburg, uma mulher de meia idade que sofre de um Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) relacionado a números.

Ela conta tudo que o cerca; os degraus das escadas; os tacos da sala; os passos que dá de casa até o mercado ou o café mais próximo, além de sempre pentear os cabelos e escovar os dentes o mesmo número de vezes e de possuir rituais numéricos para todas as atividades que executa.

Por causa de sua “mania” de contar, Grace vive isolada do mundo, e as horas em que passa no café perto de casa são os únicos momentos em que se socializa com outras pessoas, mesmo por breves instantes.

Certa tarde, ao chegar ao café e constatar que sua mesa cativa está ocupada e que não há outro lugar disponível, Grace entra em desespero.Todavia, um simpático rapaz, Seamus O’Reilly, a convida para se sentar com ele, e, a partir daí, ambos iniciam uma relação amorosa que mudará radicalmente a vida de Grace.

Grace sofre de TOC, mas não se sente diminuída nem muito menos interessante por causa disso. Pelo contrário, ela não se considera louca, mas dona de seu universo fascinante, o qual domina com perfeição divina

Resenha por Elaine Paiva

Quando recebi o livro, Tudo se Conta de Toni Jordan, gentilmente cedido pela Editora Ediouro, pensei tratar-se de um livro mais pesado, com narrações do dia a dia de pessoas que sofrem de Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) com dicas de auto-ajuda, mas, ao contrário de minha primeira impressão, o livro é interessante, inteligente, informativo e muito divertido. Leia mais no Blog Crônicas

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elias1.jpg ELIAS JOSÉ CATOU OS CACOS DOS SONHOS PARA NÃO SUFOCAR O MITO E A POESIA… ILUSTRAÇÕES ANDRÉ NEVES

Há muito e muito tempo, crianças, jovens e adultos, até os passados dos noventa, teciam calorosos cantos e contos grupais, envolventes e encantados, ao pé de fogueiras acesas. Hoje, em tempos de fogueiras apagadas, o mineiro Elias José fuçou na memória e catou os cacos dos sonhos para engrandecer a vida e não sufocar o mito e a poesia. Reuniu tudo neste livro para você vibrar com as chamas de imaginárias fogueiras que ardem e aquecem mil formas de fabular e refabular.

Sem a explícita ‘moral da história’, as fábulas brincam com as relações entre o forte e o fraco, o esperto e o tolo, mas o desfecho nem sempre é o óbvio.

O homem nasce cantando (poesia) ou contando (narrativas em prosa)? Poetando ou contando - como queira - Elias José nunca parou de escrever e já ultrapassou a marca de 120 livros. Sorte nossa que ele nem pensa em parar. Sua última novidade nos remete a histórias vindas de um tempo muito distante e que foram contadas ao pé de fogueiras acesas.

Recolhidas do acervo popular, as seis histórias com animais contadas em Ao pé das fogueiras acesas enfatizam a esperteza e a inteligência nas relações animal-homem, ou animal-animal, em que os vícios e as qualidades humanas são vestimentas dos bichos. São contos que ensinam e orientam as relações entre os seres vivos, narrados em torno de um elemento que consagra a necessidade do homem em contar histórias: o fogo.

Mantendo a leveza dos contos da oralidade - uma cultura que, na opinião de Elias, deve ser preservada e registrada em livros -, ele recorre ao uso freqüente de diálogos, construindo períodos repletos de pontuação, o que dá beleza e descontração às narrativas e faz emergir dos textos o humor temperado pela mineirice do autor.

Os conteúdos não são didático-moralistas. Sem os fechamentos tradicionais - ou a explícita ‘moral da história’ -, essas fábulas retratam as relações entre o forte e o fraco, o esperto e o tolo, mas o desfecho nem sempre é favorável ao óbvio. Ao contrário: o jabuti ganha em força com o elefante, a raposa perde para o João Tontão, mas passa a perna na onça.

Ilustradas por André Neves, as imagens deslizam pelos contos como quem se divertiu com os bichos, deixando escorregar pelo pincel e pelas tintas a alegria de um admirador da cultura popular brasileira. Orientadas pela sabedoria, estas histórias reverenciam a natureza à luz de dois talentos: Elias José e André Neves. Em uma parceria perfeita, eles tornaram estas fábulas ainda mais fabulosas!

O autor - Elias José nasceu em Santa Cruz da Prata e vive em Guaxupé (MG). É professor de literatura e sempre trabalhou com textos literários, seus ou alheios. Começou a escrever muito cedo, no colegial, fazendo jornal de escola. Hoje, são mais de 120 livros, para adultos, jovens e crianças. Muitos foram premiados, e alguns de seus contos e poemas foram traduzidos e publicados no exterior. Viaja muito, apresentando palestras e oficinas de leitura e produção de textos, sobretudo poéticos.

O ilustrador - André Neves nasceu em Recife (PE), mas reside em Porto Alegre (RS), onde trabalha pesquisando, escrevendo e ilustrando livros infantis. Estudou Artes Plásticas, é arte-educador e dá palestras e oficinas sobre literatura infantil e juvenil. Publicou A caligrafia de Dona Sofia, Menino chuva na rua do sol, Seca e Mestre Vitalino, além de ter ilustrado livros de outros autores também por Paulinas Editora.

Serviço:

elias2.jpgAo pé das fogueiras acesas - Fábulas indígenas brasileiras
Autor: Elias José
Ilustrador: André Neves
Editora: Paulinas
Coleção: Mito & Magia
Formato: 19,5 x 27,0
Páginas: 48
Preço: R$ 24,70
ISBN: 9788535621075

Fonte: MaxPress

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Livro de estudioso dos irmãos Castro será lançado pela editora Novo Conceito em abril

Com a retirada de Fidel Castro do governo de Cuba, algumas questões pairam no ar: que tipo de líder será seu irmão Raúl, herdeiro nomeado do poder? Qual será o futuro daquele país? E como, afinal, é Raúl, que permaneceu 40 anos nos bastidores? Essas e outras respostas estão no livro After Fidel, de Brian Latell, ex-agente da CIA, que a Editora Novo Conceito lançará em abril próximo.

Brian Latell é quem conhece mais os irmãos Castro nos Estados Unidos. Ele acompanha Fidel e Raúl desde 1960, e chegou a ser o maior analista sobre Cuba e região para todas as agências de inteligências do seu país; seus relatórios foram, inclusive, fontes de informação para as políticas adotadas pelos Estados Unidos.

Latell, entretanto, não limita seu relato apenas ao ponto de vista governamental. Com base em um estudo da relação entre os irmãos Castro, o livro traz informações inéditas sobre ambos, um retrato íntimo desses dois homens enigmáticos, mostrando como eles planejaram as políticas cubanas e como ao longo dos últimos 60 anos dividiram responsabilidades e resolveram desavenças, afastando a idéia de que Raúl tivesse tido apenas um papel secundário no Governo. E projeta que tipo de líder será Raúl.

Atualmente Latell é associado sênior do Centro para Estudos Estratégicos e Internacionais em Washington.

Fonte: Press Release da Comtexto Comunicação

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558248_futuro.jpgNo mar, o homem pode encontrar os mais variados tipos de conchas. Mas é dentro de si próprio que ele pode encontrar a dedicação e a perseverança necessárias para conquistar as pérolas. Será que existe uma força, um poder, uma ciência (chame do que quiser) que poucos descobrem e empregam, e que ajuda a superar as dificuldades e alcançar sucessos incomuns?

Este é um livro para aqueles que sabem que não se pode encarcerar o vento. Ainda que o céu esteja em trevas, o horizonte fechado e tudo pareça acabado, mais adiante, surgirá uma força que o fará ressurgir; e que, quando ocorrer, soprará para longe o que tanto o preocupava. Encontre em si próprio forças para vencer e chegar ao sucesso sempre… porque o futuro não é o que se teme, o futuro é o que se ousa.

Serviço:

O Futuro não é o que se teme, o Futuro é o que se ousa.
Autor: Marcio Kuhne
Editora: EKO
ISBN : 8573244801
ISBN-13:  9788573244809
Livro em
Brochura
1ª Edição - 2000 - 112 pág.

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Sobre a Beleza

Posted by admin on December 6th, 2007 in Literatura, Livros, cultura No Comments

2224604_sobre-a-beleza.jpgSobre a Beleza - Zadie Smith

Howard Belsey é inglês, branco, professor de história da arte e vive há anos em Wellington, cidade universitária da costa leste dos Estados Unidos. É um liberal radical, especialista em defender as cotas universitárias e desmascarar os mitos de beleza e gênio artístico que nos enganam e oprimem. É casado com Kiki, uma enfermeira negra americana, e tem três filhos - Jerome, Zora e Levi. A vida dos Belsey se complica quando Jerome vai para a Inglaterra fazer um estágio com Monty Kipps, negro, professor ultraconservador e maior inimigo de Howard. Jerome se apaixona pela filha de Monty, Victoria. O caso é dissolvido, mas pouco tempo depois toda a família Kipps se muda para Wellington. Quando as vidas dessas duas famílias se entrelaçam, uma série de embates acadêmicos, relações extraconjugais e choques entre identidades culturais forçam os Belsey e os Kipps a reverem suas convicções teóricas e o lugar da beleza e do amor em sua vida.

Sobre o Autor: SMITH, ZADIE
Descendente de ingleses e jamaicanos, Zadie Smith é considerada uma das escritoras mais talentosas de sua geração. Com 24 anos lançou seu primeiro livro, “Dentes brancos”, enorme sucesso de público e crítica que vendeu mais de 1 milhão de exemplares nos países de língua inglesa. Traduzido para mais de vinte línguas, “Dentes brancos” ganhou numerosos prêmios, entre eles o Guardian First Book Award, o Whitbread First Novel Award e o Commonwealth Writers Prize. “O caçador de autógrafos”, publicado em 2002, é seu segundo livro e já lhe rendeu uma indicação para o Orange Prize de ficção e um lugar entre os vinte melhores jovens romancistas britânicos indicados pela prestigiosa revista Granta. Em 2005, Zadie foi indicada ao Man Booker Prize, um dos maiores prêmios literários do mundo, por seu terceiro romance, “On Beauty”.

Sobre A Beleza
Autor:  Smith, Zadie
Editora: Companhia Das Letras
ISBN : 8535910999
ISBN-13:  9788535910995
Livro em português
Brochura
1ª Edição - 2007

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Exposição e seminário homenageiam escritora Clarice Lispector após 30 anos de sua morte

clarice-materia_foto.jpgUcraniana naturalizada brasileira é considerada mais revolucionária que James Joyce, Virginia Woolf e Franz Kafka pela crítica literária internacional

FORTALEZA, 06.12.2007 - Para marcar a passagem dos 30 anos de morte da escritora Clarice Lispector, o Centro Cultural Banco do Nordeste-Fortaleza (rua Floriano Peixoto, 941 - Centro - fone: (85) 3464.3108) realizará a exposição “Clarice, Sempre Viva, Clarice”, no período de 7 a 14 deste mês, apresentando livros raros, imagens e documentos sobre a sua história de vida e trajetória artística. A abertura da mostra acontecerá amanhã (sexta-feira, 7), às 19h, no saguão da biblioteca do Centro Cultural BNB-Fortaleza (3º andar).

No último dia da exposição (sexta-feira, 14), de 10h às 13h, será realizado no auditório do CCBNB-Fortaleza (também no 3º andar) o seminário “Conversas ao pé de Clarice”, abrangendo uma série de debates, leituras e apresentações sobre a vida e a obra da romancista, contista, cronista, autora de literatura infantil e jornalista nascida na Ucrânia e naturalizada brasileira. A exposição e o seminário têm curadoria de Fernanda Coutinho, Miguel Araújo, Isabela Damasceno e Luciana Goiana e produção do Programa de Pós-Graduação em Letras da Universidade Federal do Ceará (UFC).

Durante o seminário, serão apresentados os seguintes temas: “Clarice e a infância jamais perdida”, com Fernanda Coutinho; “Clarice e a paixão segundo G.H.”, com Vera Moraes; “Imagens Clariceanas”, com Ângela Fernandes; “Os tesouros escondidos nos desastres de Sofia”, com Benigna Lessa; “A linguagem em água-viva”, com Glaydson Mathias; “Clarice Lispector e ‘a menor mulher do mundo’”, com Elenice Lima; “Tecendo a infância do mundo: Clarice Lispector e a literatura infantil”, com Jaqueline Moura; e “Macabéa, um ser para a morte”, com Viviane Aquino.

Mais revolucionária que James Joyce, Virginia Woolf e Franz Kafka

Clarice Lispector nasceu em Tchetchelnik, na Ucrânia, em 10 de dezembro de 1920, e morreu no Rio de Janeiro, em 9 de dezembro de 1977. De família judaica, emigrou com a família para o Brasil, quando tinha pouco mais de um ano de idade.

Começou a escrever logo que aprendeu a ler, em Recife. Clarice falava vários idiomas, entre eles o francês e o inglês. Cresceu ouvindo no âmbito domiciliar o idioma materno familiar, o iídiche.

Em 1944, publicou seu primeiro romance, “Perto do coração selvagem”. A literatura brasileira era nesta altura dominada por uma tendência essencialmente regionalista, com personagens contando a difícil realidade social do País na época.

Clarice Lispector surpreendeu a crítica com seu romance, quer pela problemática de caráter existencial, completamente inovadora, quer pelo estilo solto elíptico e fragmentário, que críticos reputaram reminiscente de James Joyce e Virginia Woolf, sem bem que ainda mais revolucionário.

Em verdade, a obra de Clarice ultrapassou qualquer tentativa de classificação. A escritora e filósofa Hélène Cixous chega ao ponto de dizer que há uma literatura brasileira A.C. (Antes de Clarice) e outra D.C. (Depois de Clarice).

Por sua vez, o tradutor Gregory Rabassa, em artigo publicado no jornal The New York Times, edição de 11 de março de 2005, descreveu-a como o equivalente de Franz Kafka na literatura latino-americana.

Seu romance mais famoso talvez seja “A hora da estrela”, o último publicado antes de sua morte. Este livro narra a vida de Macabéa, uma nordestina criada no estado de Alagoas, que migra para o Rio de Janeiro e vai morar numa pensão, tendo sua vida descrita por um escritor fictício chamado Rodrigo S. M.

Clarice Lispector continua sendo algo estranho e fascinante na literatura brasileira. Dotada de especial sensibilidade, sua preocupação maior nunca esteve no enredo, no linear das coisas. Exigiu, ao contrário, que o leitor se entregasse em meditação à aventura de ler, se quisesse desfrutar da profundidade dos conceitos que se multiplicavam.

ENTREVISTAS E INFORMAÇÕES ADICIONAIS:

* Fernanda Coutinho (curadora) - (85) 8896.0667

* Jacqueline Medeiros (coordenadora de Artes Visuais do Centro Cultural Banco do Nordeste) - (85) 3464.3184 / 8851.5548 - jacquerlm@bnb.gov.br

* Luciano Sá (assessor de imprensa do Centro Cultural Banco do Nordeste) - (85) 3464.3196 / 8736.9232 - lucianoms@bnb.gov.br

Fonte: Luciano Sá

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Liev Tolstói

Posted by admin on November 20th, 2007 in Grandes Nomes da Literatura, História, cultura No Comments

Há 97 anos atrás no dia 20 de novembro faleceu Liev Tolstói.

 

250px-ilya_efimovich_repin_1844-1930_-_portrait_of_leo_tolstoy_1887.jpg Liev Tolstói, também conhecido como Léon Tolstói ou Leão Tolstoi ou Leo Tolstoy, Lev Nikoláievich Tolstói (em russo Лев Николаевич Толстой) (9 de setembro de 1828 - 20 de novembro de 1910) foi um escritor russo muito influente na literatura e política de seu país.

Junto a Fiódor Dostoiévski, Tolstói foi um dos grandes da literatura russa do século XIX. Suas obras mais famosas são Guerra e Paz e Anna Karenina.

Membro da nobreza, entre 1852 e 1856 realizou três obras autobiográficas: Meninice, Adolescência e Juventude.

Tolstói serviu no exército durante as guerras do Cáucaso e durante a Guerra da Crimeia como tenente. Esta experiência converter-lhe-ia em pacifista.

Associado à corrente realista, tentou refletir fielmente a sociedade em que vivia. Vítima de pneumonia, morreu miseravelmente numa estação de ferro, em 1910.

Ideais

Tolstói teve uma importante influência no desenvolvimento do pensamento anarquista, concretamente, considera-se que era um cristão libertário. O escritor russo Piotr Kropotkin lhe citou no artigo Anarquismo da Enciclopédia Britânica de 1911

Em seus últimos anos depois de várias crises espirituais se converteu numa pessoa profundamente religiosa, criticando as instituições eclesiásticas em Ressurreição, o que provocou sua excomunhão.

Tolstói tentou renunciar de suas propriedades em favor dos pobres, mas sua família o impediu. Tentando fugir de sua casa morreu na estação ferroviária de Astapovo.

Ele e seus pensamentos de anarquismo cristão foram uma grande influência para Mahatma Gandhi, que trocou cartas com ele até sua morte, em 1910.
Algumas Obras

# Infância (1852)
# Adolescência (1854)
# Juventude (1856)
# Crônicas de Sebastopol (1855-1856)
# A felicidade conjugal (1858)
# Cossacos (1863) - descreve a vida deste povo.
# Guerra e Paz (1865-1869) - é uma monumental obra, onde Tolstói descreve dezenas de diferentes personagens durante a invasão napoleônica de 1812, na qual os russos incendiaram Moscovo.
# Anna Karenina (1875-1877) - conta as histórias paralelas de uma mulher presa nas convenções sociais e um proprietário de terras filósofo (reflexo do próprio Tolstói), que tenta melhorar a vida dos seus servos.
# Confissão (1882)
# O reino de Deus está em vós (1894)

Fonte: Wikipédia

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Zumbi dos Palmares

Posted by admin on November 20th, 2007 in História, Literatura, cultura No Comments

Biografia

O quilombo dos Palmares (localizado na atual região de União dos Palmares, Alagoas) era uma comunidade auto-sustentável, um reino (ou república na visão de alguns) formado por escravos negros que haviam escapado das fazendas brasileiras. Ele ocupava uma área próxima ao tamanho de Portugal e situava-se onde era o interior da Bahia, hoje estado de Alagoas. Naquele momento sua população alcançava por volta de trinta mil pessoas.

Zumbi nasceu livre em Palmares, Pernambuco, no ano de 1655, mas foi capturado e entregue a um missionário português quando tinha aproximadamente seis anos. Batizado “Francisco”, Zumbi recebeu os sacramentos, aprendeu português e latim, e ajudava diariamente na celebração da missa. Apesar das tentativas de torná-lo “civilizado”, Zumbi escapou em 1670 e, com quinze anos, retornou ao seu local de origem. Zumbi se tornou conhecido pela sua destreza e astúcia na luta e já era um estrategista militar respeitável quando chegou aos vinte e poucos anos.

Por volta de 1678, o governador da Capitania de Pernambuco cansado do longo conflito com o quilombo de Palmares, se aproximou do líder de Palmares, Ganga Zumba, com uma oferta de paz. Foi oferecida a liberdade para todos os escravos fugidos se o quilombo se submetesse à autoridade da Coroa Portuguesa; a proposta foi aceita. Mas Zumbi olhava os portugueses com desconfiança. Ele se recusou a aceitar a liberdade para as pessoas do quilombo enquanto outros negros eram escravizados. Ele rejeitou a proposta do governador e desafiou a liderança de Ganga Zumba. Prometendo continuar a resistência contra a opressão portuguesa, Zumbi torna-se o novo líder do quilombo de Palmares.

Quinze anos após Zumbi ter assumido a liderança, o bandeirante paulista Domingos Jorge Velho foi chamado para organizar a invasão do quilombo. Em 6 de fevereiro de 1694 a capital de Palmares, Macaco, foi destruída e Zumbi ferido.

Apesar de ter sobrevivido, foi traído por Antonio Soares.

Zumbi é surpreendido pelo capitão Furtado de Mendonça em seu reduto (talvez a Serra Dois Irmãos).

Apunhalado, resiste, mas é morto com 20 guerreiros quase dois anos após a batalha, em 20 de novembro de 1695.

Teve a cabeça cortada, salgada e levada, com o pênis dentro da boca ao governador Melo e Castro. Em Recife, a cabeça foi exposta em praça pública, visando desmentir a crença da população sobre a lenda da imortalidade de Zumbi.

Em 14 de março de 1696 o governador de Pernambuco Caetano de Melo e Castro escreveu ao Rei: “Determinei que pusessem sua cabeça em um poste no lugar mais público desta praça, para satisfazer os ofendidos e justamente queixosos e atemorizar os negros que supersticiosamente julgavam Zumbi um imortal, para que entendessem que esta empresa acabava de todo com os Palmares”.

Zumbi é hoje, para a população brasileira, um símbolo de resistência. Em 1995, a data de sua morte foi adotada como o dia da Consciência Negra.

É também um dos nomes mais importantes da Capoeira.

Fonte: Wikipédia.

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3500490.jpgComo já virou tradição em Porto Alegre, a 53ª Feira do Livro de Porto Alegre encerrou-se neste domingo (11/11) com o anúncio dos vencedores de mais uma edição do prêmio Fato Literário, em solenidade no Clube do Comércio. O título de vencedor da categoria voto popular, cujo prêmio era de R$ 10 mil, coube a um projeto de apenas um ano de execução, o Ler em Casa, iniciativa realizada no município de Picada Café, no qual sacolas com livros passam por diferentes ruas da cidade, de casa em casa, levando obras para serem lidas pela população. Já na votação do júri oficial, foi para o Literatura Infantil e Medicina Pediátrica, programa de contação de Histórias desenvolvido pela PUCRS no setor de pediatria do Hospital São Lucas. A personalidade eleita pelo júri oficial foi o escritor Sergio Faraco. >> Leia mais

Fonte: Verdes Trigos Org

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