Frontoplastia Endoscópica

Posted by admin on November 25th, 2008 in Estética, cirurgias No Comments

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PROCEDIMENTO ENDOSCÓPICO É HIT DA CIRURGIA PLÁSTICA

Solução para quem teme o pós-operatório e as possíveis cicatrizes no rosto, a frontoplastia endoscópica tornou-se um dos hits da cirurgia plástica. Sem cortes aparentes, o método surgiu no começo dos anos 90 graças à evolução das cirurgias minimamente invasivas utilizadas na otorrinolaringologia. “A tecnologia está mudando a medicina e a cirurgia plástica vem sendo bastante beneficiada pelos avanços, especialmente com a redução dos traumas cirúrgicos”, explica Dr. Fausto Bermeo, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP).

A frontoplastia endoscópica é indicada para corrigir sobrancelhas caídas, reduzir rugas na testa e suavizar linhas de expressão. O processo é simples: são feitas três pequenas incisões com cerca de 0,5 cm de na região do couro cabeludo. São introduzidos fios cirúrgicos por baixo da pele, para levantar e sustenta áreas da face. “A indicação é para pessoas na faixa dos 40 e 50 anos, que desejam rejuvenescimento facial com resultados naturais ou adiar um procedimento mais radical”, orienta.

De acordo com o médico, o resultado tem duração de cerca de 10 anos, variando de paciente para paciente. A técnica oferece uma recuperação mais rápida mas, como em qualquer intervenção cirúrgica, a atenção pré e pós-cirúrgica é imprescindível. “O principal cuidado no pós-operatório é o repouso de aproximadamente dez dias. Pequenos desconfortos e dormência no local das incisões também são esperados”, informa o cirurgião.

Dr. Fausto destaca que o fato da cirurgia ser menos complexa não invalida a necessidade de se buscar um profissional devidamente habilitado. “A cirurgia plástica deve ser realizada exclusivamente por especialistas - profissionais registrados no CRM e na SBCP”, conclui.

Fonte: Grupo Athena

Via MaxPress

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Passe por uma “reforma geral” e conquiste o corpo dos sonhos

Se mesmo com a freqüência assídua na academia em aulas puxadas, as gordurinhas continuam no mesmo lugar, assim como os terríveis bicos do culote, talvez seja a hora de rever seus conceitos e pensar se não está na hora de procurar ajuda especializada, seja ela cirúrgica ou não.

Na medicina, existem muitas variáveis que contribuem para uma indicação cirúrgica. “Mas é preciso destacar que nem sempre a opção precoce traz um resultado favorável”, afirma o cirurgião José Tariki, presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. “Com o avanço da dermatologia, há diversos procedimentos não-cirúrgicos que podem corrigir pequenas deformidades sem a necessidade de operar”, aconselha o especialista. O cirurgião André Freitas Colaneri vai além: “Costumo dizer as minhas pacientes que elas devem ter muito claro na mente que irão trocar uma falha no corpo por uma cicatriz. Mas, se por outro lado, ela tem a certeza de que com a intervenção cirúrgica vai se sentir melhor, então, esse é o momento certo para operar”, explicar o Dr. Colaneri.

Respeite os limites
A intervenção cirúrgica pode ser uma grande aliada na conquista de um ideal de beleza, desde que a pessoa respeite as limitações do seu corpo. “Se uma paciente gordinha se submeter a uma lipoaspiração, por exemplo, ela deve receber todas as orientações para saber que não vai ficar com a cintura fina como a de uma top model. Mas é claro que é possível afinar a região e tornar a silhueta mais delineada”, afirma a cirurgiã plástica Deusa Pires Rodrigues.

No entanto, para quem deu à luz recentemente, a especialista é mais severa. “A realização de uma cirurgia deve ser feita apenas após a fase de amamentação, cujo período é importante para que ela emagreça naturalmente. Até porque o risco cirúrgico é muito maior neste período”, diz a especialista.

Período de obras
A partir do momento que você passa na consulta com o cirurgião (que deve ser credenciado na Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica) e tira todas as dúvidas, confere resultados de pacientes que já foram operadas por ele e, enfim, toma a decisão de que a única saída para o grande incômodo é a cirurgia plástica, é hora de certificar suas condições físicas e de saúde com os exames pedidos por ele e marcar a data da cirurgia.

Até chegar a esse momento, você já deve estar consciente de que a partir do momento em que assina a internação (que pode ser de 12 a 24 horas antes da cirurgia), terá de se afastar do trabalho e da rotina de duas semanas a 30 dias, dependendo do tipo de procedimento escolhido e da sua sensibilidade no pós-operatório.

Se por um lado a paciente deve andar, movimentar-se em casa desde o primeiro dia (para evitar o risco de trombose), por outro, não significa que pode ir para à balada no dia seguinte; e nem nas duas semanas subseqüentes. Até porque a sensibilidade, o incômodo e, em alguns casos, porque não dizer a dor, não a deixariam fazer tal loucura.

Agora que você já sabe que é preciso determinação e muita cautela antes de decidir colocar o corpo em obras, veja qual o melhor plano de ação para reverter os principais estragos da silhueta.

Período de recuperação
Nada mais natural do que dar um tempo na rotina após uma plástica para se recuperar na maneira devida. Veja qual o período de afastamento para cada uma das cirurgias mais procuradas pelas mulheres.

- ABDOMINOPLASTIA ou MINIABDOMINOPLASTIA: sete dias de repouso absoluto e uso de cinta compressora por cerca de três meses. A liberação para atividade física leve ocorre a partir da terceira semana e, para sexo, a partir de quatro semanas.

- BRAQUIOPLASTIA: evite elevar os braços e carregar peso durante sete dias. A atividade física leve, pode ser retomada a partir da terceira semana, porém, exercícios mais pesados, principalmente membros superiores, só estão liberados a partir do terceiro mês.

- LIPOASPIRAÇÃO SUPERFICIAL: repouso de 14 dias, sem fazer movimentos bruscos com as pernas para não comprometer a cicatrização. Também é necessário não tomar sol na cicatriz por dois meses. A região fica dolorida nos três primeiros dias e inchada por cerca de três meses.

- LIFTING GLÚTEO: são necessários cerca de 20 dias de repouso, usar cinta especial por três meses e evitar sol por quatro meses na região. Durante o primeiro mês, é preciso sentar com muita cautela e dormir de bruços nas duas primeiras semanas.

- SILICONE NOS SEIOS: uso de sutiã de malha compressiva por um mês, evitar a movimentação dos braços na primeira semana, dormir de costas ou de lado por dois meses e não dirigir por três semanas. O retorno ao trabalho se dá 15 dias após a cirurgia.

Reprodução: Revista Plástica & Beleza

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picture_015_small.jpgEVENTO DE DERMATOLOGIA TRAZ MÉDICO AMERICANO QUE INVENTOU A LIPOASPIRAÇÃO MAIS SEGURA DO MUNDO

Dermatologista Americano que inventou a lipoaspiração mais segura do mundo vem ao Brasil participar do XX Congresso da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica. A participação do médico é uma das mais esperadas do evento que acontece de 02 a 06 de abril, em Campos de Jordão, São Paulo.

Dr. Jeffrey Klein, cirurgião dermatológico, é o inventor da lipoaspiração tumescente, técnica indicada para gordura localizada, que até hoje não registrou nenhum caso de morte em mais de 500 mil procedimentos realizados em todo o mundo. Para se ter uma idéia, a cada 5 mil lipoaspirações tradicionais a estatística mundial registra uma morte.

O Dr. Klein é reconhecido como a maior autoridade no assunto no mundo. Ele é cirurgião-dermatológico, cientista e investigador da farmacologia. A anestesia tumescente é uma anestesia misturada com soro e sem sedação. O paciente fica acordado e consciente durante todo o procedimento e por isso é o método considerado mais seguro do mundo . Leia mais no Brasil News Info

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665171-2038-revista.jpgMastopexia Minimamente Invasiva, ou simplesmente MIM, é uma nova técnica que promete sustentar os seios de forma definitiva, com uma espécie de sutiã que molda os seios e é implatado sob a pele, e de maneira mais segura e menos invasiva - com a ajuda do dispositivo Cup&Up. Em entrevista, o cirurgião plástico Eyal Gur conta tudo sobre o método que desenvolveu.

A novidade é para os seios e vem do Oriente Médio, mais precisamente de Israel. O chefe do setor de microcirurgia Eyal Gur, do hospital Ichilov, em Tel Aviv, Israel, desenvolveu o método, que tem o mesmo papel de um lifting nas mamas: levantar, remodelar e firmar.

Seu diferencial está na cirurgia, que acontece de maneira menos invasiva, e no pós-operatório, já que tem um tempo de recuperação menor. Em relação aos resultados, o MIM se diferencia ao prometer efeitos mais duradouros - arriscam até a dizer permanentes. “Hoje em dia, os cirurgiões plásticos conseguem remodelar muito bem as mamas, mas os procedimentos utilizados são muito invasivos e nem sempre oferecem uma solução permanente”, afirma Adi Cohen, presidente da Minimally Invasive Mastopexy Ltd., empresa que está realizando os testes com a nova tecnologia. Conheça essa técnica revolucionária.

O que é essa cirurgia?
A base da técnica é um dispositivo batizado de Cup&Up, uma espécie de sutiã feito tela de silicone pré-moldado em diferentes tamanhos que é colocado sob a pele com o papel de sustentar e modelar os seios.

O implante é feito através de duas pequenas incisões e, depois da tela ser posicionada, ela é fixada nas costelas com parafusos de titânio. A técnica é indicada para mulheres que apresentam mamas caídas e flácidas e é uma boa opção para quem teme as cicatrizes maiores e mais aparentes da mastopexia tradicional.

Qual é o grande diferencial?
Quando a mama apresenta ptose (queda), quer dizer que a pele da região cedeu, ou seja, há uma lesão irreversível. Atualmente, a única solução para este caso é o lifting mamário, cirurgia que retira o excesso de tecido e reposiciona o material interno, deixando os seios em pé e firmes novamente. Mas essa técnica implica em cicatrizes com tamanho proporcionais à quantidade de tecido removido, que geralmente é grande.

E é justamente essa marca deixada pela cirurgia um dos maiores tabus entre as mulheres. Outro ponto levantado pelos pesquisadores é o fato de o lifting não ser um procedimento com resultados definitivos, uma vez que a gravidade continua atuando sobre os seios, que podem voltar a cair.

É aí que entra o MIM, que faz o mesmo papel do lifting de levantar as mamas e acabar com a flacidez, porém, sem a necessidade de retirar o excesso de pele. O resultado é conseguido com o implante do dispositivo Cup&Up que acomoda e sustenta o material interno.

Todo o procedimento é realizado por meio de duas pequenas incisões de aproximadamente 5mm nas laterais, o que deixa cicatrizes praticamente imperceptíveis. O efeito é mais duradouro, pois as alças do sutiã não perdem elasticidade com o tempo, garantindo, assim, a sustentação permanente das mamas. Todos estes pontos diferenciais da técnica apresentados pelos pesquisadores do MIM faz com que eles apostem no procedimento como substituto da mastopexia tradicional.

O futuro ainda não chegou
A novidade ainda está em fase de testes em animais e deve começar a ser aplicada (também em testes, inicialmente) em seres humanos ainda este ano. Este período irá determinar a durabilidade do sutiã e a sua resistência a esforços. A previsão é que a nova tecnologia chegue ao mercado em até dois anos.

Para padronizar e garantir a aprovação do procedimento junto às autoridades sanitárias em todo o mundo, a MIM pretende buscar a colaboração de cirurgiões plásticos de diversos países com Estados Unidos, Suécia e também do Brasil.

Parece, mas não é
Uma técnica de cirurgia mamária já existente no Brasil, chamada de ’sutiã interno’, é bem parecida com a Mastopexia Minimamente Invasiva, mas tem lá suas diferenças.

Diferentemente da MIM, esse procedimento atinge a glândula mamária por meio de uma incisão feita ao redor da aréola, por onde a pele é separada da glândula e esta é reduzida ou simplesmente remodelada. Assim que conquistada a nova e desejada forma, é colocada uma fina tela de silicone que atuará como um sutiã que mantém a forma, a firmeza e a sustentação.

A pele em torno da aréola se retrai naturalmente e assume a nova forma naturalmente. As cicatrizes são mínimas e ficam praticamente imperceptíveis devido à cor mais escura dos mamilos. A técnica foi idealizada para atender mulheres com seios caídos e que desejam dar sustentação e firmeza, pois a tela remodela as mamas e as deixa empinadas novamente. A vantagem é que não interfere na amamentação, nos exames complementares e tampouco na sensibilidade.

Fonte: Revista Plástica & Beleza

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