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O INBRAVISA - INST. BRAS. DE AUDITORIA EM VIGILÂNCIA SANITÁRIA informa que os antiinflamatórios Prexige (Lumiracoxibe) de 400 mg, do laboratório Novartis, e Arcoxia (Etoricoxibe) de 120 mg, da Merck Sharp e Dohme, tiveram hoje a comercialização e uso suspensos em todo país pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

De acordo com os especialistas da Anvisa , os riscos da utilização desses medicamentos superam seus benefícios. As determinações serão publicadas no Diário Oficial da União (DOU).

“Os pacientes que estiverem usando esses medicamentos devem procurar seus médicos para fazer a substituição sem interromper o tratamento” explica Rui Dammenhain, diretor presidente do INBRAVISA.
Contato
Gerência de Comunicações - INBRAVISA
TEl(11)3672.1300
gecom@inbravisa.com.br

Fonte: INBRAVISA

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Impotência sexual atinge até 70% dos pacientes com câncer de próstata submetidos à cirurgia de retirada da glândula. Este é o sexto tipo de câncer mais comum no mundo e o que mais atinge os homens.

Dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA) estimam que cerca de 50 mil novos casos de câncer de próstata serão diagnosticados este ano no Brasil. Segundo especialistas, até 70% dos homens submetidos à cirurgia de retirada da próstata (principal tratamento deste tipo de tumor), sofrem com a disfunção erétil. No entanto, um estudo publicado recentemente na Revista Européia de Urologia com 445 homens comprovou a eficácia de Levitra® (vardenafila, da Bayer Schering Pharma) na recuperação das funções sexuais dos pacientes. Os pesquisadores concluíram que o tratamento dos homens que tomaram o medicamento apenas antes da relação sexual foi mais eficaz do que daqueles que fizeram uso diário do remédio.

De acordo com o urologista Eduardo Bertero, do Hospital do Servidor Público Estadual de São Paulo, os pacientes que passam pela retirada da próstata compõem o grupo mais difícil para o tratamento da impotência sexual. “A disfunção erétil é uma conseqüência da cirurgia, pois o procedimento envolve a intervenção em um complexo de nervos importantes para o mecanismo da ereção”, explica Bertero. Estatísticas globais mostram que o número de cirurgias de retirada da próstata aumentou em 500% nos últimos 20 anos em todo o mundo. “Isso acontece porque o diagnóstico do câncer de próstata aumentou conforme os exames clínicos se aperfeiçoaram”, comenta.

Mas o uso de medicamentos inibidores da PDE-5 como a vardenafila (princípio ativo do Levitra®) pode tratar o problema. O estudo clínico internacional comparou o uso diário da vardenafila versus a tomada do medicamento apenas antes da relação sexual. Os resultados mostraram que 36% dos homens que utilizaram o comprimido antes do ato sexual e 20% daqueles que tomaram o remédio diariamente, à noite, conseguiram recuperar plenamente as funções sexuais com sucesso nas ereções e intercursos.

Para o cirurgião canadense Richard Willian Casey, diretor do The Male Health Centres (Ontário / Canadá), este é o primeiro estudo que ilustra a melhor forma de usar os inibidores da PDE-5 no tratamento de pacientes que passaram pela retirada da próstata. “Os resultados mostram que a vardenafila tomada sob demanda é bastante eficaz para tratar a disfunção erétil após a cirurgia. É segura para esse grupo de pacientes, ajudando na recuperação sexual”, afirma o médico. O especialista veio ao Brasil para apresentar a novidade aos médicos brasileiros durante o X Congresso Paulista de Urologia, em São Paulo.

Denominado REINVENT (Recovery of Erections: Intervention with Vardenafil Early Nightly Therapy), o estudo clínico internacional acompanhou durante nove meses a recuperação das funções sexuais de 445 homens (com idades entre 18 e 64 anos) após a cirurgia para a retirada do tumor de próstata, em 87 centros de saúde ao redor do mundo. Após 14 dias da realização da cirurgia, os pacientes foram divididos em três grupos e iniciaram um tratamento à base de vardenafila ou placebo, tomados diariamente ou somente quando o ato sexual fosse planejado. No grupo placebo, apenas 17% dos pacientes teve êxito na relação sexual, enquanto que no grupo que recebeu a vardenafila o sucesso foi de até 36%. O trabalho foi publicado na revista European Urology (da Associação Européia de Urologia).

Saúde masculina na Internet

A Bayer Schering Pharma criou o portal “Bayer para Homens” com informações atualizadas e dicas sobre medicina, comportamento e bem-estar. Dirigido aos homens e mulheres, o site aborda os principais temas de sexualidade e saúde masculina como disfunção erétil, perda de libido e DAEM (Distúrbio Androgênico do Envelhecimento Masculino), conhecido popularmente como andropausa. Acesse www.bayerparahomens.com.br

Tratamento

Levitra® (vardenafila, da Bayer Schering Pharma) é uma molécula moderna, indicada para o tratamento da disfunção erétil (DE) e pertence à classe dos inibidores da PDE-5, enzima associada à ereção peniana no homem. O uso de Levitra® bloqueia a ação dessa enzima, o que melhora e prolonga a ereção mediante estímulo sexual.

Fonte: Burson-Marsteller

Via MaxPress

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* Por Dr. Ricardo Teixeira

Há tempos já sabemos que enxaqueca não é só dor de cabeça. Quem tem enxaqueca tem mais chance de sofrer de depressão, ansiedade, sintomas do labirinto e maior risco de derrame cerebral. Nos últimos anos, alguns estudos têm revelado que a enxaqueca também está associada a um maior risco de infarto do coração. A razão para esse maior risco de doenças cardiovasculares ainda não é bem conhecida e são vários os candidatos: aterosclerose, sangue com maior tendência à trombose, espasmo dos vasos sanguíneos e/ou alterações cardíacas associadas.

Um estudo publicado na última edição da revista Neurology (Academia Americana de Neurologia) ajuda-nos a entender melhor a relação entre a enxaqueca e eventos cardiovasculares, sugerindo que o primeiro suspeito da lista, a aterosclerose, não parece ter chance de ser o culpado.

Moradores do norte da Itália foram submetidos a acompanhamento médico por 5 anos, incluindo exames seriados das artérias femorais e carótidas - que medem o grau de aterosclerose de um indivíduo. Na população estudada, as pessoas que sofriam de enxaqueca tinham até mesmo um grau de aterosclerose menor do que aqueles sem enxaqueca. Em contraste, a população que tinha enxaqueca apresentou maior risco de trombose nas veias, tanto nas pernas como no pulmão. A freqüência de trombose venosa foi de 18,9% comparada a 7,6% nas pessoas sem enxaqueca.

Esses resultados, além de indicarem que a aterosclerose não deva ser o maior responsável pelas complicações vasculares dos pacientes com enxaqueca, sugerem que o segundo suspeito, sangue com maior tendência a trombose, possa realmente ter mais culpa no cartório do que se imaginava até então.

O maior risco de trombose nas veias encontrado na pesquisa apóia essa hipótese, já que a coagulação do sangue é vista como o principal fator causal nesse tipo de trombose. Nesse estudo, os indivíduos com enxaqueca ainda apresentaram mais fatores da coagulação do sangue que predispõem à trombose (Mutação do fator V Leiden), especialmente no caso da enxaqueca com aura.

Essa maior tendência à trombose pode também estar associada ao conhecido fato de que há uma ativação da coagulação sanguínea no momento de uma crise de enxaqueca e que perdura por alguns dias. Apóia também essa hipótese o fato da pesquisa ter revelado que o risco de trombose foi maior nas pessoas que tinham mais anos de história de enxaqueca. Estudos anteriores já haviam mostrado que crises freqüentes aumentam o risco de lesões cerebrais por trombose nas artérias.

Hoje, podemos falar de boca cheia que a decisão de se iniciar um tratamento para enxaqueca para redução da freqüência e intensidade das crises tem a intenção não só de melhorar a qualidade de vida. O tratamento visa também proteger o indivíduo de vir a desenvolver tromboses no cérebro e provavelmente em outras partes do corpo.

:: Dr. Ricardo Teixeira é Doutor em Neurologia pela Unicamp. Atualmente, dirige o Instituto do Cérebro de Brasília (ICB) e dedica-se ao jornalismo científico. É também titular do Blog “ConsCiência no Dia-a-Dia” e consultor do Grupo Athena.

Home-page : drricardoteixeira.wordpress.com

Via MaxPress

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Tecnologia que promove a consciência corporal e a educação postural reduz cirurgias em até 95%

Bioergonomia: esse é o nome dado à segunda geração da ergonomia, tecnologia que organiza a relação homem-máquina para garantir um ambiente de trabalho seguro. Agora, com a adição do prefixo Bio - que significa vida, as atenções voltam-se bem mais para o ser humano do que para o uso de mobiliários e equipamentos. À frente do movimento está Patrícia Lacombe, fisioterapeuta e presidente da Associação Brasileira de Ginástica Holística.

“De acordo com a Organização Mundial de Saúde, 80% da população mundial terão dores nas costas em um determinado momento. Isso se desdobrará em perda da qualidade de vida para o profissional e da produtividade para a empresa”, enfatiza Dra. Patrícia. Com a implantação de programas de Bioergonomia, empresas públicas e privadas propiciam que cada trabalhador conheça seu próprio corpo e aprenda a adotar posturas corretas que, comprovadamente, previnem dores e lesões. “É o que é melhor: tudo que o indivíduo aprende, ele leva para os outros cenários de sua vida e até mesmo para a família”, complementa a fisioterapeuta, que possui quase duas décadas de experiência.

O Instituto Patrícia Lacombe desenvolveu diferentes modelos de implantação da Bioergonomia, mas todos eles têm na base a Ginástica Holística, concebida pela médica alemã Lily Ehrenfried. Na modalidade In Company, são realizados diagnósticos, palestras e sessões práticas no próprio ambiente empresarial. As organizações contam ainda com o suporte avançado das Unidades localizadas em São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Brasília, onde são realizadas sessões individuais e em grupo. Caso necessitem, pode implantar uma Unidade própria, diretamente supervisionada pelo Instituto. “Agora, estamos na reta final para o lançamento do modelo virtual, que disponibilizará suporte via web para a prática dos mais de 800 exercícios que compõem a metodologia”, antecipa o gestor administrativo do Instituto, Jurandir Bonomi.

Entre os surpreendentes resultados alcançados, destaca-se a redução de até 94,8% das cirurgias já indicadas - dados levantados após acompanhamento de 20 mil pacientes. “A maior parte das pessoas com problemas de coluna, joelho, hérnia de disco e várias outras lesões decorrentes da má postura não precisaram submeter-se a cirurgias após as sessões” afirma Dra. Patrícia. Não é à toa que empresas como Amil, Sesc-RJ e Chemtech já abraçaram a tecnologia.

SERVIÇO
Instituto Patrícia Lacombe - Unidade São Paulo
Rua Desembargador Eliseu Guilherme, 200, Conjunto 207, Avenida Paulista (SP)
(11) 3057 1888
paulista@patricialacombe.com.br
www.patricialacombe.com.br

Fonte: AthenaPress

Via Maxpress

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São Paulo, setembro de 2008 - Vinte e um de setembro é o Dia Mundial da Doença de Alzheimer. Para marcar essa data, no dia 22 de setembro, às 19h, a Novartis promoverá no portal Alzheimerinfo (www.alzheimerinfo.com.br) uma reunião virtual sobre a doença, seus sintomas, impacto na qualidade de vida e tratamentos. Pacientes, cuidadores e interessados poderão tirar suas dúvidas com os médicos especialistas Dr. Paulo Canineu, professor de pós-graduação em Gerontologia da PUC-SP, diretor clínico do Hiléa e vice-presidente da Associação Brasileira de Alzheimer (Abraz), e Dr. Renato Anghinah, Doutor em Neurologia pela Faculdade de Medicina da USP e chefe do setor de Neurofisiologia Clínica do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP.

O cadastro para a participação no encontro virtual deve ser feito no próprio site.

Além da reunião virtual, a Novartis promoveu algumas alterações no site Alzheimerinfo, que passa a ter um novo layout, mais amigável e prático, facilitando a navegação e o oferecimento de serviços para a melhoria da qualidade de vida de pacientes e cuidadores.

Fonte: NOVARTIS

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Chega a Brasília método que revoluciona o treinamento de atletas profissionais e amadores. Com apenas uma amostra de sangue é possível desvendar a condição atual do metabolismo

Melhorar o tempo, participar de competições mundiais e ter a certeza de que isso será perfeito se não causar danos aos órgãos e as articulações, faz parte do desejo de milhares de atletas que dedicam boa parte do tempo à prática do esporte de médio ou alto impacto. O especialista em medicina esportiva, Antonio Borja, traz a Brasília o procedimento que revolucionará o treinamento e trará benefícios aos amantes do esporte.

A Bioquímica do Esporte surge como uma proposta de ampliar os estudos hematológicos personalizados que avalia como está o organismo do paciente a nível celular e o conjunto de condutas que devem ser adotadas. O método propõe um estilo de vida compatível, diagnosticando alterações antes dos sintomas clínicos aparecerem e conseguindo alterar-las.

A novidade leva em consideração as alterações produzidas pelo estilo de vida de cada pessoa e a sua relação com a fisiologia e bioquímica celular em função da aplicação de cargas de trabalho físico. “O monitoramento do estado físico aponta as melhores condutas evitando lesões aos praticantes de atividade física”, complementa Dr. Borja.

Para os atletas de alto rendimento, que buscam desempenho, a Bioquímica do Esporte monitora o volume e a intensidade de treinamento que o atleta suporta, servindo como parâmetro para dosar níveis ideais de carga sem comprometer o organismo. No caso dos não atletas ou atletas amadores, aqueles que não buscam rendimento, a monitoração especifica como esta o organismo e quais as reposições necessárias ou alterações no estilo de vida.

A partir da coleta de sangue, medidas biométricas, avaliação clínica e anamnese são produzidas análises de 50 a 128 resultados bioquímicos e hematológicos, oferecendo o maior número de informações avaliadas. “Uma pequena amostra de sangue é o suficiente para detectar disfunções orgânicas, intoxicações e desequilíbrio fisiológico”, ressalta o médico Antonio Borja.

Atualmente, o procedimento é oferecido em clínicas do Rio de Janeiro e São Paulo. Em Brasília a novidade chega em outubro e atende aos mais diversos públicos e idades, de crianças a idosos, passando por atletas profissionais e amadores. A ferramenta, que mistura ciência, medicina e tecnologia é a solução para evitar doenças e propor a reposição das necessidades individuais.

Fonte: AthenaPress

Via MaxPress agência de pautas

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DURANTE ADJ REALIZA 13° CONGRESSO DE DIABETES, QUE ACONTECE EM SETEMBRO, SERÁ OFERECIDA ORIENTAÇÃO JURIDICA GRATUITA

De acordo com Lei Federal nº 11.347, que entrou em vigor em setembro de 2007, todo portador de diabetes tem direito garantido de receber gratuitamente do Sistema Único de Saúde - SUS medicamentos para o tratamento da doença e os materiais necessários à sua aplicação e à monitorização da glicemia capilar.

A ADJ - Associação de Diabetes Juvenil - realiza nos dias 27 e 28 de setembro, no Espaço APCD, em São Paulo, o 13° Congresso da Associação de Diabetes. O evento contará com a participação de mais de 45 profissionais de saúde, entre eles, advogados que irão prestar orientação jurídica para que os portadores conheçam o funcionamento das leis e possam procurar os seus direitos.

Onde os portadores de diabetes podem se dirigir para retirarem seus medicamentos gratuitos e o que fazer caso não consigam esse benefício?
As pessoas devem procurar o posto de saúde mais próximo de sua casa, levando um comprovante de residência e documento de identidade. No local, deverá se inscrever como portador de diabetes e solicitar inscrição como usuário do SUS. Após receber os dois cartões, poderá retirar na farmácia do posto os medicamentos necessários para o controle do diabetes. Caso não consiga obter os materiais nem mesmo após solicitar outros endereços, o cidadão que morar em São Paulo, poderá entrar com ação judicial, seja por intermédio de advogados particulares ou públicos, na Procuradoria de Assistência Jurídica, a PAJ, ou na Defensoria Pública.

Nos casos de solicitação de advogados públicos, os cidadãos portadores da doença, devem ganhar até 3 salários mínimos mensais. Acima desse valor, os convênios da OAB são responsáveis por realizar triagem com assistente social para análise dos casos individualmente.

Quem possui plano de saúde pode exigir receber tratamento nos postos de saúde?
Qualquer portador de diabetes tem direito garantido ao recebimento de medicamentos, independente de sua condição financeira, atividade profissional, ou mesmo se possuir plano de saúde. Além disso, ele pode exigir qualquer tipo de tratamento, desde que haja comprovação da necessidade através de laudo médico ou exames.

Portadores de diabetes podem exigir auxílio doença e aposentadoria?
Pessoas com diabetes que estiverem desempregadas podem exigir auxílio doença somente se estiverem momentaneamente incapacitadas para o trabalho, total ou parcialmente. No caso de requerer aposentadoria, somente com a comprovação de incapacidade total para o trabalho, mediante atestado médico.

Fonte: Word Brasil

Via MaxPress

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Vem da China o novo aliado para prevenir doenças, emagrecer e combater a depressão

Por Dra. Sylvana Braga*

Na onda do chá verde e branco, começa a ganhar espaço no País o chá vermelho. Fornecendo muito mais benefícios à beleza e à saúde, ele está sendo usado para prevenir doenças, reduzir peso e retardar o envelhecimento.

Muito popular na China e no Oriente, tornou-se grande aliado da medicina ortomolecular, principalmente pelo efeito “depurador de gorduras”. São inúmeros seus benéficos para o bem-estar, inclusive na parte emocional, porque ajuda a combater a depressão. Apresenta também anti radicais-livres e propriedades antioxidantes, que previnem o envelhecimento celular e as doenças degenerativas.

Feito com as folhas de camellia sinensis (o mesmo arbusto que produz os chás verde e branco), o chá vermelho também tem efeito analgésico, anticoagulante, antibiótico, antidiarréico, anticárie e proteção das artérias. É rico em componentes essenciais, como polifenois, catequinas, teofilina, teobromina, vitamina C, vitamina B, cafeína e taninos - pool de substâncias que acelera o metabolismo e reduz o colesterol, melhorando ainda a digestão.

Na maioria dos casos, os chás são um tratamento natural, que não possuem contra indicações. Mas com o chá vermelho a situação é diferente: se tomado em excesso, aumenta a ansiedade, a insônia, a TPM e a possibilidade de cálculos renais, por conta do alto teor de oxalatos. Deve ser evitado por grávidas e pessoas com hipertensão arterial, que podem tomar no máximo uma xícara.

Quente ou gelado, pode ser ingerido até três vezes ao dia. Aconselha-se ferver a água de três a cinco minutos e deixá-la em infusão por três minutos antes de bebê-la.

*Dra. Sylvana Braga (www.sylvanabraga.com.br) é médica ortomolecular, nutrologista, reumatologista e fisiatra com clínica no Rio de Janeiro e em São Paulo.

Fonte: Ralcoh Assessoria & Estratégia de Comunicação

Via Maxpress

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Piccadilly oferece inúmeras tecnologias do conforto em calçados para mulheres que passam longos períodos na mesma posição. O principal lançamento para coleção Outono-Inverno 2008 é o Infravermelho Longo que ajuda a circulação sanguínea nos pés, canela e panturrilha, auxiliando na prevenção dos inchaços, dores e varizes nas pernas.

Depois de trabalhar o dia inteiro, a primeira coisa que a maioria das mulheres faz quando chega em casa é tirar o sapato. Quantas pessoas já ouviram elas dizerem: “Este sapato está me matando!”. Motivo de estresse e mau humor, as dores nos pés e nas pernas causadas pelo calçado podem ser sinal de doenças. O médico reumatologista Roberto E. Heymann explica que o uso de um calçado inadequado na atividade diária, sobretudo aquelas que exigem a posição ortostática (em pé) na maior parte do dia - como professoras, enfermeiras, comissárias de bordo, lojistas, entre outras profissões -, pode causar dores na panturrilha, no joelho e na coluna lombar, além de facilitar o surgimento de varizes.

“Uma doença comum causada pela falta de proteção e conforto na sola dos pés é a fascite plantar, que é a inflamação de um ligamento situado na planta do pé, a fascia plantar. Este ligamento sustenta o pé ao caminhar e, por suportar forças muito grandes, freqüentemente é acometido por pequenas rupturas junto à sua inserção no osso do calcanhar. O tratamento exige muito alongamento dos membros inferiores”, ressalta.

De acordo com Heymann, usar um calçado adequado previne todos esses problemas por absorver o impacto da força vertical, proteger a base plantar de lesões, manter o pé em postura correta evitando fadiga muscular excessiva e inflamações, além de permitir o retorno adequado do sangue venoso, melhorando a circulação.

Um estudo realizado em Taiwan avaliou três tipos de calçados para revelar qual é o modelo mais adequado ao trabalho diário das enfermeiras locais. Os pesquisadores mostraram que o calçado ideal deve possuir:

1) Suporte com a propriedade de reduzir a fadiga na panturrilha e dispersar a pressão no arco plantar (curva da sola do pé);

2) Solado com espessura de 1,5 cm na anterior do pé para diminuir o desconforto lombar, causado pela pressão no local e a força vertical;

3) Revestimento externo em materiais amolecido ou no material do solado (por exemplo de poliuretano) para aumentar o conforto;

Piccadilly apresenta linha de calçados que previnem varizes e dores nas pernas

Marca escolhida de muitas empresas, como hospitais e companhias aéreas, para compor o calçado do uniforme de suas colaboradoras, a Piccadilly investe em tecnologias do conforto para deixar as mulheres com um visual moderno, mas sem precisar sofrer com dores nos pés a nas pernas. O último lançamento são os calçados com Infravermelho Longo - uma fibra com platina, alumínio e titânio que é inserida embaixo da palmilha interna dos calçados e, por meio do calor do próprio corpo, esta manta emite raios similares aos irradiados pelo sol que agem na eliminação de toxinas do organismo e aliviam o cansaço nos pés.

“Ao ser incorporada em sapatos, esta tecnologia proporciona imenso bem-estar e saúde por auxiliar a circulação sanguínea dos pés, canela e panturrilha, prevenindo doenças, como varizes, inchaços, inflamações e até osteoporose” explica Tibúrcio Grings, diretor de desenvolvimento da Piccadilly. A manta de Infravermelho Longo também é envolvida com algodão antibacteriano, que impede a proliferação de microorganismos causadores do mau cheiro. “Quanto mais andar com o calçado, mais a pessoa irá descansar, pois seu organismo emitirá mais calor ativando constantemente a ação da fibra”, afirma o diretor.

No segmento calçadista brasileiro, o método é exclusivo da Piccadilly. Na coleção Outono-Inverno 2008, a tecnologia Maxy Therapy está disponível em oito modelos da linha woman, que irão surpreender todos os estilos de mulheres.

Piccadilly investe na moda superconfortável

Preferida das mulheres que exigem conforto aliado à elegância, a Piccadilly é pioneira em investir em tecnologia para desenvolver calçados que oferecem conforto absoluto. Elaborado com fôrma exclusiva, todo calçado Piccadilly respeita as características dos pés femininos, levando em consideração, além da linha áurea, as medidas na altura dos dedos e do peito do pé, favorecendo a circulação e proporcionando uma ótima sensação de leveza e bem-estar.

Com contrafortes que se amoldam ao formato do pé e ainda não deformam, os calçados Piccadilly se ajustam delicadamente ao calcanhar e acomodam os pés com perfeição. O avesso de microfibra combina boa aderência com suavidade, evitando bolhas e danos às suas meias. Os forros são dublados com espuma especial de alta densidade, que retorna à forma original depois de pressionada, assim, o interior do sapato nunca perde o formato original.

A Piccadilly ainda oferece calçados com palmilha composta por microporos (que absorvem a umidade natural dos pés), e agora com mais 70% de conforto, pois a espuma da palmilha interna passou a ter 5mm , saltos com paredes espessas que dão maior resistência e fixação, tacos em material TPU que proporciona menor dureza e reduz o incomodo barulho “toc toc”, com grande aderência e baixo desgaste (possui quinas arredondadas que evitam riscos e arranhões ), e muito mais detalhes projetados especialmente para oferecer o máximo de conforto.

Sobre o médico

Roberto E. Heymann é graduado em Medicina pela Faculdade de Medicina do ABC (1986) e possui especialização em Reumatologia pela Universidade Federal de São Paulo (1991), mestrado em Reumatologia pela Universidade Federal de São Paulo (1993), doutorado em Reumatologia pela Universidade Federal de São Paulo (1997) e em clinica medica pelo Hospital Heliópolis (1999). Atualmente é chefe do ambulatório de fibromialgia da disciplina de reumatologia da Universidade Federal de São Paulo, integrante da diretoria executiva da Sociedade Paulista de Reumatologia, presidente do Comitê de Dor, Fibromialgia e de outros reumatismos de partes moles pela Sociedade Brasileira de Reumatologia, médico integrante da comissão medica do Hospital Israelita Alobert Einstein . Tem experiência na área de Medicina, com ênfase em Reumatologia e Clínica Médica.

Fonte: Atitude Assessoria Em Comunicação

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A halitose, também conhecida como mau hálito, é um problema que atinge mais de 30% dos brasileiros e é cercado de mitos e preconceitos. De acordo com o gastroenterologista Eduardo Berger, do Hospital Professor Edmundo Vasconcelos, a halitose não é uma doença, e sim um sinal de que algo no organismo está em desequilíbrio. Quando isso acontece, é necessário identificar a origem, para depois escolher o tratamento mais adequado.

“Existem mais de 50 causas para o mau hálito, mas cerca de 90% dos casos advêm de problemas na boca, como higiene malfeita, placas bacterianas, baixa produção de saliva e doenças da gengiva. As moléstias do aparelho digestivo também podem provocá-lo, porém com incidência bem menor, ao contrário do que boa parte da população imagina”, explica o especialista.

O principal entrave ao tratamento do mau hálito é o fato de o portador não perceber que tem o problema e de as pessoas que convivem com ele e sentem o odor desagradável preferirem não se indispor ao alertá-lo. “É importante superar o constrangimento e conscientizar quem tem halitose para a necessidade de buscar ajuda”, diz o médico.

Há solução para 99% dos casos de mau hálito, mas é fundamental descobrir a causa do problema. Um cirurgião dentista ou um otorrinolaringologista poderão ajudar no diagnóstico, mas se a origem não for bucal, provavelmente terá relação com problemas gastrointestinais. Um dos mais comuns e que causam a halitose é a Doença do Refluxo Gastroesofágico, sobretudo quando outros sintomas se manifestam paralelamente, como azia, arrotos, soluços, engasgos, dor atrás do osso esterno, sensação de corpo estranho na garganta ou de retorno de líquido azedo à boca, pigarro, rouquidão, tosse e aftas.

A halitose já ganhou um papel tão relevante nas relações interpessoais, que uma entidade, a Associação Brasileira de Estudos e Pesquisas dos Odores da Boca, se dedica a estudá-lo, tendo criado o Dia Nacional de Combate ao Mau Hálito (22 de Setembro).

DICAS PARA AMENIZAR O MAU HÁLITO

1) Evite jejum prolongado, fracionando as refeições de 3 em 3 horas.

2) Beba bastante água.

3) Faça bochechos com produtos anti-sépticos ao levantar e pelo menos uma hora antes de algum contato mais próximo.

4) Faça exercícios de relaxamento para baixar o nível de ansiedade.

5) Não fique com a boca fechada por muito tempo. Movimentos repetitivos da mandíbula estimulam a produção de saliva.
 
Fonte: TREE Comunicação

Via MaxPress

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