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Tecnologia que promove a consciência corporal e a educação postural reduz cirurgias em até 95%

Bioergonomia: esse é o nome dado à segunda geração da ergonomia, tecnologia que organiza a relação homem-máquina para garantir um ambiente de trabalho seguro. Agora, com a adição do prefixo Bio - que significa vida, as atenções voltam-se bem mais para o ser humano do que para o uso de mobiliários e equipamentos. À frente do movimento está Patrícia Lacombe, fisioterapeuta e presidente da Associação Brasileira de Ginástica Holística.

“De acordo com a Organização Mundial de Saúde, 80% da população mundial terão dores nas costas em um determinado momento. Isso se desdobrará em perda da qualidade de vida para o profissional e da produtividade para a empresa”, enfatiza Dra. Patrícia. Com a implantação de programas de Bioergonomia, empresas públicas e privadas propiciam que cada trabalhador conheça seu próprio corpo e aprenda a adotar posturas corretas que, comprovadamente, previnem dores e lesões. “É o que é melhor: tudo que o indivíduo aprende, ele leva para os outros cenários de sua vida e até mesmo para a família”, complementa a fisioterapeuta, que possui quase duas décadas de experiência.

O Instituto Patrícia Lacombe desenvolveu diferentes modelos de implantação da Bioergonomia, mas todos eles têm na base a Ginástica Holística, concebida pela médica alemã Lily Ehrenfried. Na modalidade In Company, são realizados diagnósticos, palestras e sessões práticas no próprio ambiente empresarial. As organizações contam ainda com o suporte avançado das Unidades localizadas em São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Brasília, onde são realizadas sessões individuais e em grupo. Caso necessitem, pode implantar uma Unidade própria, diretamente supervisionada pelo Instituto. “Agora, estamos na reta final para o lançamento do modelo virtual, que disponibilizará suporte via web para a prática dos mais de 800 exercícios que compõem a metodologia”, antecipa o gestor administrativo do Instituto, Jurandir Bonomi.

Entre os surpreendentes resultados alcançados, destaca-se a redução de até 94,8% das cirurgias já indicadas - dados levantados após acompanhamento de 20 mil pacientes. “A maior parte das pessoas com problemas de coluna, joelho, hérnia de disco e várias outras lesões decorrentes da má postura não precisaram submeter-se a cirurgias após as sessões” afirma Dra. Patrícia. Não é à toa que empresas como Amil, Sesc-RJ e Chemtech já abraçaram a tecnologia.

SERVIÇO
Instituto Patrícia Lacombe - Unidade São Paulo
Rua Desembargador Eliseu Guilherme, 200, Conjunto 207, Avenida Paulista (SP)
(11) 3057 1888
paulista@patricialacombe.com.br
www.patricialacombe.com.br

Fonte: AthenaPress

Via Maxpress

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São Paulo, setembro de 2008 - Vinte e um de setembro é o Dia Mundial da Doença de Alzheimer. Para marcar essa data, no dia 22 de setembro, às 19h, a Novartis promoverá no portal Alzheimerinfo (www.alzheimerinfo.com.br) uma reunião virtual sobre a doença, seus sintomas, impacto na qualidade de vida e tratamentos. Pacientes, cuidadores e interessados poderão tirar suas dúvidas com os médicos especialistas Dr. Paulo Canineu, professor de pós-graduação em Gerontologia da PUC-SP, diretor clínico do Hiléa e vice-presidente da Associação Brasileira de Alzheimer (Abraz), e Dr. Renato Anghinah, Doutor em Neurologia pela Faculdade de Medicina da USP e chefe do setor de Neurofisiologia Clínica do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP.

O cadastro para a participação no encontro virtual deve ser feito no próprio site.

Além da reunião virtual, a Novartis promoveu algumas alterações no site Alzheimerinfo, que passa a ter um novo layout, mais amigável e prático, facilitando a navegação e o oferecimento de serviços para a melhoria da qualidade de vida de pacientes e cuidadores.

Fonte: NOVARTIS

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Chega a Brasília método que revoluciona o treinamento de atletas profissionais e amadores. Com apenas uma amostra de sangue é possível desvendar a condição atual do metabolismo

Melhorar o tempo, participar de competições mundiais e ter a certeza de que isso será perfeito se não causar danos aos órgãos e as articulações, faz parte do desejo de milhares de atletas que dedicam boa parte do tempo à prática do esporte de médio ou alto impacto. O especialista em medicina esportiva, Antonio Borja, traz a Brasília o procedimento que revolucionará o treinamento e trará benefícios aos amantes do esporte.

A Bioquímica do Esporte surge como uma proposta de ampliar os estudos hematológicos personalizados que avalia como está o organismo do paciente a nível celular e o conjunto de condutas que devem ser adotadas. O método propõe um estilo de vida compatível, diagnosticando alterações antes dos sintomas clínicos aparecerem e conseguindo alterar-las.

A novidade leva em consideração as alterações produzidas pelo estilo de vida de cada pessoa e a sua relação com a fisiologia e bioquímica celular em função da aplicação de cargas de trabalho físico. “O monitoramento do estado físico aponta as melhores condutas evitando lesões aos praticantes de atividade física”, complementa Dr. Borja.

Para os atletas de alto rendimento, que buscam desempenho, a Bioquímica do Esporte monitora o volume e a intensidade de treinamento que o atleta suporta, servindo como parâmetro para dosar níveis ideais de carga sem comprometer o organismo. No caso dos não atletas ou atletas amadores, aqueles que não buscam rendimento, a monitoração especifica como esta o organismo e quais as reposições necessárias ou alterações no estilo de vida.

A partir da coleta de sangue, medidas biométricas, avaliação clínica e anamnese são produzidas análises de 50 a 128 resultados bioquímicos e hematológicos, oferecendo o maior número de informações avaliadas. “Uma pequena amostra de sangue é o suficiente para detectar disfunções orgânicas, intoxicações e desequilíbrio fisiológico”, ressalta o médico Antonio Borja.

Atualmente, o procedimento é oferecido em clínicas do Rio de Janeiro e São Paulo. Em Brasília a novidade chega em outubro e atende aos mais diversos públicos e idades, de crianças a idosos, passando por atletas profissionais e amadores. A ferramenta, que mistura ciência, medicina e tecnologia é a solução para evitar doenças e propor a reposição das necessidades individuais.

Fonte: AthenaPress

Via MaxPress agência de pautas

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ENTENDA A ARTRITE REUMATÓIDE

Posted by admin on September 21st, 2008 in Dicas, Tratamento No Comments

Saiba mais sobre a doença responsável por grave inflamação nas juntas e que pode interferir diretamente em atividades simples do dia a dia

Pouco conhecida, a artrite reumatóide é uma patologia auto-imune que atinge cerca de 1% da população mundial. A doença é caracterizada por um processo inflamatório crônico nas articulações, que pode evoluir para deformidades articulares. Como atinge freqüentemente as mãos, atividades simples do dia-a-dia podem ser comprometidas como pentear o cabelo ou trocar de roupa. Se não for adequada e precocemente tratada, maior é o risco de evolução para incapacidade, com prejuízo importante da qualidade de vida dos pacientes.

No Brasil, estima-se que cerca de 1,5 milhão de pessoas sejam acometidas pela artrite reumatóide, na maioria mulheres em idade economicamente ativa - entre 30 e 50 anos. E esse número deve aumentar expressivamente nos próximos anos com o envelhecimento da população. Apesar de tantas pessoas sofrerem com a enfermidade, ainda há muita confusão, dúvidas e mitos envolvendo o assunto. A dra. Sonia Maria Alvarenga Anti, médica reumatologista do Hospital do Servidor Público Estadual de São Paulo e da Faculdade de Medicina ABC e membro da Comissão de artrite reumatóide da Sociedade Brasileira de Reumatologia esclarece aspectos importantes da doença.

1 - Como se desenvolve a artrite reumatóide?

Apesar do grande número de pesquisas nesta área, ainda não é conhecida a causa da artrite reumatóide (AR). O sistema imunológico, responsável pela defesa do organismo contra agressões, tem um importante papel na inflamação e no dano às articulações. Quando um elemento estranho ou um agente agressor “ataca” o organismo, células de defesa produzem diferentes substâncias que iniciam a resposta imunológica. Uma das etapas deste processo é a produção de anticorpos. No entanto, algumas vezes, por algum motivo desconhecido o sistema imunológico inicia uma resposta imunológica anormal, causando um grave e crônico processo inflamatório na membrana sinovial localizada dentro da articulação, origem da AR.

2 - Quais são os sintomas da doença?

Geralmente, os primeiros sintomas da doença são fadiga inexplicável, dor e inchaço nas articulações, além de rigidez após períodos de inatividade, principalmente pela manhã. Esses sintomas aparecem usualmente acompanhados de desconforto e até mesmo incapacidade para realizar movimentos. Alguns pacientes podem apresentar pequenas nodulações embaixo da pele, principalmente próximo aos cotovelos. São os chamados nódulos reumatóides.

3 - Quais as articulações mais atingidas pela artrite?

As articulações das mãos, punhos, e pés são geralmente as mais comprometidas pela doença. A inflamação é geralmente simétrica, ou seja, envolve a articulação do lado direito e esquerdo. Como a doença é sistêmica, também podem surgir sinais e sintomas em outros órgãos como olhos, coração e pulmões.

4 - Como é feito o diagnóstico?

Para fazer o diagnóstico de artrite reumatóide é necessário analisar a história clínica do paciente, juntamente com o exame físico, provas laboratoriais e radiografias das áreas acometidas. A presença e o tempo de rigidez articular, especialmente quando o paciente acorda, são importantes para o diagnóstico. No exame físico, o médico vai procurar por sinais como inchaço, dor, calor e limitação dos movimentos das articulações. Os exames de sangue auxiliam na avaliação do processo inflamatório através de exames como a velocidade de hemossedimentação (VHS) e da proteína C reativa (PCR), que podem também evidenciar a presença de auto-anticorpos como o fator reumatóide e o anti-CCP. Por fim, as radiografias detectam as

alterações no espaço articular e no osso, decorrentes do processo inflamatório crônico. Embora a radiografia simples possa se mostrar normal no início da doença, outros métodos de imagem como o ultrassom e a ressonância magnética podem detectar alterações precocemente no curso da atividade inflamatória da AR.

5 - Qualquer pessoa pode desenvolver a doença?

A artrite reumatóide não é hereditária, mas estudos recentes mostram que alguns genes que regulam o sistema imunológico podem estar relacionados a maior suscetibilidade ao desenvolvimento da doença. Acredita-se que fatores como infecções, variação dos níveis de alguns hormônios, alterações ambientais e até o hábito de fumar, possam provocar a ativação desses genes, mas essas hipóteses ainda estão em estudo. Apesar da artrite reumatóide afetar principalmente mulheres com idade entre 30 e 50 anos pode, esta também ter início na infância (artrite idiopática juvenil) e em idades mais avançadas.

6 - Há alguma maneira de prevenção?

A artrite reumatóide não pode ser prevenida, mas descobrir o problema precocemente e tratar a doença de forma adequada, contribuem de forma importante para evitar as deformidades. Pacientes com dor persistente nas juntas e rigidez articular devem sempre procurar um reumatologista.

7 - A artrite reumatóide tem cura? Como é o tratamento?

Apesar da artrite reumatóide não ter cura, a eficiência das novas terapias têm cooperado para um melhor controle da doença. Na última década, medicamentos biológicos (feitos a partir de biotecnologia) trouxeram uma nova abordagem terapêutica para aqueles pacientes que não respondem ao tratamento padrão, que é realizado com antiinflamatórios não hormonais, glicocorticóides em baixas doses e principalmente com o metotrexato (MTX). Os primeiros biológicos lançados no mercado foram os anti-TNFs (infliximabe, etanercepte e adalimumabe), que são medicamentos que inativam o fator de necrose tumoral - importante citocina envolvida no processo inflamatório. Outros biológicos, lançados mais recentemente para o tratamento da artrite reumatóide são o rituximabe (conhecido comercialmente como Mabthera®) e o abatacepte. O MabThera® (rituximabe) tem ação específica nos linfócitos B, células do sistema imunológico que também participam da inflamação que caracteriza a AR. O abatacepte bloqueia uma etapa do sistema imune conhecida como co-estimulação. Novos medicamentos biológicos estão em fase de aprovação pelas autoridades regulatórias, como o tocilizumab, do laboratório Roche, que será uma nova opção no tratamento dos pacientes com AR possivelmente a partir de 2009.

8 - Artrite Reumatóide, artrose e gota são a mesma coisa?

Não. Embora também sejam doenças que afetam as articulações, têm quadros clínicos diferentes, e portanto, são tratadas também de forma diferente. A artrose é uma doença crônica degenerativa que afeta a cartilagem, gerando dor e limitação dos movimentos. É a mais comum das doenças reumáticas e estima-se que cerca de 15% da população mundial seja afetada pelo problema. Pode ser causada por vários fatores, entre eles traumas, fraturas, excesso de peso, sedentarismo ou desarranjos da própria articulação. A gota é caracterizada pelo depósito de ácido úrico nas articulações, o que causa episódios agudos de artrite. A doença provoca dor intensa, e na maioria dos casos, manifesta-se inicialmente com artrite do halux (dedão do pé).

Fonte: Grupo Máquina Comunicação

Via MaxPress

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DURANTE ADJ REALIZA 13° CONGRESSO DE DIABETES, QUE ACONTECE EM SETEMBRO, SERÁ OFERECIDA ORIENTAÇÃO JURIDICA GRATUITA

De acordo com Lei Federal nº 11.347, que entrou em vigor em setembro de 2007, todo portador de diabetes tem direito garantido de receber gratuitamente do Sistema Único de Saúde - SUS medicamentos para o tratamento da doença e os materiais necessários à sua aplicação e à monitorização da glicemia capilar.

A ADJ - Associação de Diabetes Juvenil - realiza nos dias 27 e 28 de setembro, no Espaço APCD, em São Paulo, o 13° Congresso da Associação de Diabetes. O evento contará com a participação de mais de 45 profissionais de saúde, entre eles, advogados que irão prestar orientação jurídica para que os portadores conheçam o funcionamento das leis e possam procurar os seus direitos.

Onde os portadores de diabetes podem se dirigir para retirarem seus medicamentos gratuitos e o que fazer caso não consigam esse benefício?
As pessoas devem procurar o posto de saúde mais próximo de sua casa, levando um comprovante de residência e documento de identidade. No local, deverá se inscrever como portador de diabetes e solicitar inscrição como usuário do SUS. Após receber os dois cartões, poderá retirar na farmácia do posto os medicamentos necessários para o controle do diabetes. Caso não consiga obter os materiais nem mesmo após solicitar outros endereços, o cidadão que morar em São Paulo, poderá entrar com ação judicial, seja por intermédio de advogados particulares ou públicos, na Procuradoria de Assistência Jurídica, a PAJ, ou na Defensoria Pública.

Nos casos de solicitação de advogados públicos, os cidadãos portadores da doença, devem ganhar até 3 salários mínimos mensais. Acima desse valor, os convênios da OAB são responsáveis por realizar triagem com assistente social para análise dos casos individualmente.

Quem possui plano de saúde pode exigir receber tratamento nos postos de saúde?
Qualquer portador de diabetes tem direito garantido ao recebimento de medicamentos, independente de sua condição financeira, atividade profissional, ou mesmo se possuir plano de saúde. Além disso, ele pode exigir qualquer tipo de tratamento, desde que haja comprovação da necessidade através de laudo médico ou exames.

Portadores de diabetes podem exigir auxílio doença e aposentadoria?
Pessoas com diabetes que estiverem desempregadas podem exigir auxílio doença somente se estiverem momentaneamente incapacitadas para o trabalho, total ou parcialmente. No caso de requerer aposentadoria, somente com a comprovação de incapacidade total para o trabalho, mediante atestado médico.

Fonte: Word Brasil

Via MaxPress

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Vem da China o novo aliado para prevenir doenças, emagrecer e combater a depressão

Por Dra. Sylvana Braga*

Na onda do chá verde e branco, começa a ganhar espaço no País o chá vermelho. Fornecendo muito mais benefícios à beleza e à saúde, ele está sendo usado para prevenir doenças, reduzir peso e retardar o envelhecimento.

Muito popular na China e no Oriente, tornou-se grande aliado da medicina ortomolecular, principalmente pelo efeito “depurador de gorduras”. São inúmeros seus benéficos para o bem-estar, inclusive na parte emocional, porque ajuda a combater a depressão. Apresenta também anti radicais-livres e propriedades antioxidantes, que previnem o envelhecimento celular e as doenças degenerativas.

Feito com as folhas de camellia sinensis (o mesmo arbusto que produz os chás verde e branco), o chá vermelho também tem efeito analgésico, anticoagulante, antibiótico, antidiarréico, anticárie e proteção das artérias. É rico em componentes essenciais, como polifenois, catequinas, teofilina, teobromina, vitamina C, vitamina B, cafeína e taninos - pool de substâncias que acelera o metabolismo e reduz o colesterol, melhorando ainda a digestão.

Na maioria dos casos, os chás são um tratamento natural, que não possuem contra indicações. Mas com o chá vermelho a situação é diferente: se tomado em excesso, aumenta a ansiedade, a insônia, a TPM e a possibilidade de cálculos renais, por conta do alto teor de oxalatos. Deve ser evitado por grávidas e pessoas com hipertensão arterial, que podem tomar no máximo uma xícara.

Quente ou gelado, pode ser ingerido até três vezes ao dia. Aconselha-se ferver a água de três a cinco minutos e deixá-la em infusão por três minutos antes de bebê-la.

*Dra. Sylvana Braga (www.sylvanabraga.com.br) é médica ortomolecular, nutrologista, reumatologista e fisiatra com clínica no Rio de Janeiro e em São Paulo.

Fonte: Ralcoh Assessoria & Estratégia de Comunicação

Via Maxpress

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Apesar de muita gente achar que é bobagem, a depressão pós-parto causa irritabilidade, mudanças bruscas de humor, distúrbio do sono, pensamentos suicidas e homicidas em relação ao bebê, entre outros sintomas.

Muitas mulheres curtem os nove meses de gravidez com muita intensidade e alegria, compram roupinhas, mamadeiras, móveis para o quarto do bebê, enfim, cada pensamento e ação são voltados para o herdeiro que vai chegar. Mas, depois do período da gestação e após o parto acontecem várias transformações emocionais na mulher: profunda tristeza, mudanças físicas, ansiedade, medo etc. Para muitas mulheres, estes sentimentos vão embora rapidamente; já para outras, no entanto, os sintomas permanecem ainda por um longo tempo, caracterizando-se a depressão pós-parto (DPP), uma condição séria que requer tratamento médico imediato.
Segundo a psicoterapeuta Maura de Albanesi, a depressão pós-parto afeta mulheres de todas as idades, classes sociais e etnias. Qualquer mulher que está grávida, teve bebê nos últimos meses, sofreu aborto ou recentemente parou de amamentar, pode desenvolver o distúrbio. “Eu atendo muitas pessoas com depressão pós-parto. Mas, há muitas outras que sentem os sintomas típicos deste distúrbio e não sabem que se trata de um problema sério e precisa de tratamento imediatamente”, diz a psicoterapeuta.
Durante a gravidez, a quantidade dos hormônios estrogênio e progesterona aumentam consideravelmente. Nas primeiras 24 horas após o parto, a quantidade desses hormônios cai rapidamente e continua a baixar até atingir o nível anterior à gravidez. Pesquisadores acreditam que essas mudanças hormonais possam ocasionar a depressão, uma vez que pequenas alterações nos níveis de hormônios podem afetar o humor da mulher antes da menstruação. Uma outra situação que pode causar a depressão é a falta de atenção dada à mulher após o nascimento da criança, isto é, durante a gravidez, todos os mimos e carinhos são voltados para a mãe, depois que o bebê vem ao mundo, entretanto, os olhares dos parentes, amigos e, até mesmo do marido, são para o recém-nascido.
A depressão pós-parto possui características semelhantes de uma depressão normal, ou seja, a pessoa sente uma tristeza muito grande, com perda de auto-estima, além da perda de motivação para a vida, podendo até mesmo tentar o suicídio. Já na depressão pós-parto, os sintomas são mais acentuados, uma maior irritabilidade, mudanças bruscas de humor, distúrbio do sono, indisposição, doenças psicossomáticas, tristeza profunda, desinteresse pelas atividades do dia-a-dia, sensação de incapacidade de cuidar do bebê e desinteresse por ele, chegando ao extremo de pensamento suicidas e homicidas em relação ao bebê.

Tratamento
Além de alguns antidepressivos, a psicoterapia é bastante importante neste momento, pois ela ajuda a trabalhar as razões por estar deprimida, por se achar incapaz de cuidar do bebê, por não conseguir se sentir feliz. A medicação fará o metabolismo cerebral voltar ao normal, mas a paciência é a melhor aliada, pois o tratamento requer tempo. “A depressão não é sinal de fraqueza de caráter e nem passa só com “pensamento positivo”. A pessoa com este problema geralmente está indecisa. Alguém tem que tomar decisões por ela, inclusive para começar o tratamento, para contratar uma babá, uma ajudante etc. Portanto, o apoio da família é relevante e primordial para a pessoa reagir”, completa Maura.

Veja algumas dicas da Dra. Maura para amenizar o problema:
. Descanse quando o bebê estiver dormindo. 
. Pare de colocar pressão sobre si mesma para fazer tudo em um único dia. Faça o que for possível e deixe o resto para amanhã. 
. Peça ajuda para os afazeres domésticos e para cuidar do bebê.
. Não fique muito tempo sozinha. Saia de casa, faça uma caminhada. Distraia-se! 
. Passe algum tempo sozinha com seu companheiro. 
. Converse com o seu médico sobre o tratamento. Não fique constrangida em falar sobre suas preocupações. 
. Converse com outras mães, de modo que possa aprender com outras experiências.

Maura de Albanesi - é psicoterapeuta, pós-graduada em Psicoterapia Corporal, Terapia de Vivências Passadas (TVP), Terapia Artística, Psicoterapia Transpessoal e Formação Biográfica Antroposófica; Master Pratictioner em Neurolinguística; e mestranda em Psicologia e Religião pela PUC.
http://www.mauradealbanesi.com.br

Fonte: HOLDING COMUNICAÇÕES VIA MAXPRESS

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Óleo de peixe e de prímula são indicados por dermatologistas como coadjuvantes no cuidado da pele

Inúmeros são os benefícios dos óleos de peixe e de prímula ao organismo: auxiliam na prevenção de diversas doenças, combatem os radicais livres, ajudam a amenizar os sintomas da tensão pré-menstrual (TPM) e na prevenção e tratamento do colesterol alto. Mas os efeitos benéficos destes óleos também podem ser estendidos à pele, pois atuam como coadjuvantes no tratamento de doenças inflamatórias e ajudam a mantê-la hidratada e protegida.

Rico em ácidos eicosapentaenóico (EPA) e docosahexaenóico (DHA), o óleo de peixe - ou ômega-3 - tem efeitos benéficos e comprovados no tratamento de doenças inflamatórias da pele, incluindo psoríase e eczema tópico. Isto ocorre porque os ácidos graxos poliinsaturados, em quantidade significativa e constante no organismo, modificam as reações bioquímicas que normalmente ocorrem durante o processo inflamatório, produzindo substâncias com baixa atividade inflamatória (evitando a inflamação). Desta forma, são considerados importantes coadjuvantes no tratamento da pele inflamada.

Já o óleo de prímula possui um componente denominado ácido gama-linoléico (GLA), um ácido graxo essencial envolvido diretamente na síntese de ceramidas da pele, isto é, na produção de lipídeos responsáveis por manter a pele hidratada, íntegra e protegida. Além disso, estudos clínicos comprovam seus benefícios como coadjuvante em processos inflamatórios cutâneos, como eczema atópico, psoríase e pele xerótica (extremamente seca).

“A suplementação oral com cápsulas de óleo de prímula é indicado para deixar a pele mais hidratada e protegida porque evita que ela perca sua umidade natural, além de reforçar a barreira cutânea, protegendo-a de agentes agressores químicos e físicos. O GLA também possui propriedade antiinflamatória, sendo muito importante às pessoas com pele sensível e que sofrem com dermatite atópica”, afirma a farmacêutica Cristiane Fahl.

Ela também reforça que estes benefícios podem ser observados desde que a ingestão de ácido gama-linolênico seja contínua e prolongada.

Por não serem produzidos naturalmente pelo organismo, os ácidos graxos poliinsaturados que compõem o ômega-3 e óleo de prímula precisam ser ingeridos pela alimentação diária, tornando o cardápio balanceado indispensável à saúde da pele. Entre os alimentos ricos em ômega-3, não devem faltar na dieta os peixes (atum, sardinha, salmão, etc) e sementes, como a linhaça (fonte vegetal de ômega-3).

Como nem sempre é possível repor a quantidade mínima destes componentes pela alimentação, a suplementação com cápsulas é uma boa alternativa, desde que indicada por um profissional da saúde.

“A suplementação pelos alimentos ou cápsulas que contenham ácidos graxos poliinsaturados são importantes não só à prevenção de doenças crônicas, mas também à saúde e beleza da pele, pois agem de dentro para fora. Por isso são importantes aliados no tratamento dermatológico”, enfatiza Cristiane.

Nutrição de dentro para fora:

Ômega-3 Galena Nutrition® (1000mg) - Extraído de peixes de água fria da Noruega, possui teor padronizado de EPA (mínimo 18%) e DHA (mínimo 12%). É desodorizado e evita o gosto de peixe após a ingestão. O preço médio de um pote com 90 cápsulas é de R$ 53,00.

Óleo de Prímula Galena Nutrition® (500mg) - Extraído a frio das sementes de Oenothera biennis, tem teor padronizado de ácido gama-linolênico (de 8% a 14%). O preço médio de um pote com 90 cápsulas é de R$ 50,00.

Os dois produtos podem ser encontrados em farmácias de manipulação, lojas de produtos naturais e em drogarias de todo o Brasil e possuem a quantidade ideal de cápsulas a um mês de suplementação.

A orientação médica e nutricional nunca deve ser deixada de lado, principalmente por gestantes, nutrizes e crianças de até três anos, que somente devem consumir estes produtos mediante orientação profissional.

Fonte: MaxPress

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Por Dr. Ricardo Teixeira

O câncer de mama é o tipo de tumor mais comum entre as mulheres e vários fatores de risco têm sido demonstrados, entre eles: história familiar, exposição à radiação, uso de estrogênios, pouco tempo de amamentação ou ausência dessa, tipo de dieta, tabagismo e consumo de álcool, além da falta de atividade física.

Nos últimos anos, uma série de pesquisas revelaram também associação entre o câncer de mama e eventos estressantes na vida, assim como estados de ansiedade e depressão. A explicação principal reside no fato de que fatores psicológicos podem levar a disfunções do sistema imunológico e ao desenvolvimento de células malignas. Um novo estudo publicado esta semana na revista BMC Cancer sugere mais uma vez que mulheres que passam por mais eventos estressantes na vida apresentam maior risco de apresentar câncer de mama.

Pesquisadores israelenses avaliaram a história de vida de mais de 600 mulheres com idade entre 25 e 45 anos, através de questionários que verificaram o estado psicológico e eventos estressantes/traumáticos (ex: perdas de entes queridos, separação dos pais, perda do emprego etc.). Uma parte das mulheres tinha história de câncer de mama e outra parte não apresentava história de qualquer tipo da doença.

As mulheres com história de câncer de mama não só apresentavam maior pontuação na escala de sintomas de ansiedade e depressão e uma menor percepção de felicidade e otimismo, como também apresentavam maior pontuação na escala de eventos psicológicos estressantes/traumáticos - tinham atravessado freqüentemente dois ou mais eventos estressantes ao longo da vida.

Os estudos não são definitivos, mas colocam mais luz sobre uma questão importante: mulheres que passam por eventos psicológicos estressantes/traumáticos na infância podem ser consideradas como grupo de risco para o desenvolvimento de câncer de mama, e talvez necessitem de programas de prevenção diferenciados. Por outro lado, o otimismo e a auto-percepção de felicidade podem ser fatores protetores para o desenvolvimento da doença.

:: Dr. Ricardo Teixeira é Doutor em Neurologia pela Unicamp. Atualmente, dirige o Instituto do Cérebro de Brasília (ICB) e dedica-se ao jornalismo científico. É também titular do Blog “ConsCiência no Dia-a-Dia” e consultor do Grupo Athena.

Home-page : drricardoteixeira.wordpress.com

Via MaxPress

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Prevenção ao CâncerEspecialista presente no Fórum CLAUDIA pela Mulher Brasileira alerta que nossa sociedade não está acostumada com a prevenção, só com o tratamento

A mulher brasileira precisa cuidar melhor de sua saúde - o que significa, principalmente, conhecer-se melhor, estar atenta aos avisos de seu corpo e realizar exames de prevenção. Esta foi a conclusão dos participantes do Fórum CLAUDIA pela Mulher Brasileira, que aconteceu em 6 de agosto, no Hotel Sheraton, em Porto Alegre, com a participação da psicóloga Ana Maria Rossi, presidente da Internacional Stress Management Association no Brasil (ISMA-BR), da mastologista Maira Caleffi, presidente do Instituto de Mama do Rio Grande do Sul, do cardiologista Ivo Nesralla, membro titular da Academia Nacional de Medicina, e de Marcia Neder, diretora de redação da revista CLAUDIA, que atuou como moderadora do encontro.

Segundo Maira Caleffi, que acompanha diariamente as histórias de quem possui ou já superou o câncer de mama, “a nossa sociedade não está acostumada com a prevenção, só com o tratamento. A conscientização só vem depois de uma experiência traumática”. Os dados revelados durante o evento são alarmantes: a maior causa de mortes na população feminina (55%) está relacionada a doenças cardiovasculares. Na sequência, vem o câncer de mama - comprovando o nível de desinformação das mulheres, já que exames preventivos poderiam detectar o problema ainda no início, quando as chances de cura, segundo a mastologista, podem chegar a 95%. Hoje, a mamografia é oferecida gratuitamente pela rede pública a partir dos 50 anos, a cada dois anos, segundo Maira, o que pode atrasar o diagnóstico. Ela trouxe uma boa notícia: no dia 29 de abril passado, o presidente Lula sancionou uma lei que obriga o Sistema Único de Saúde (SUS) a realizar de graça a mamografia em mulheres a partir dos 40 anos. A nova lei passa a vigorar no ano que vem.

Para Maira Caleffi, 90% dos fatores que levam ao câncer de mama são ambientais (a poluição, por exemplo, estimula a multiplicação das células doentes) ou decorrentes do estilo de vida. O stress tem papel preponderante do surgimento de muitas doenças, como lembrou a psicóloga Ana Maria Rossi, especializada em gerenciamento dessa condição. Má alimentação, poucas horas de sono e sedentarismo, aliados ao esforço para conciliar os múltiplos aspectos da vida, como a criação dos filhos, a carreira e os relacionamentos, tornam a mulher mais propensa ao stress e às doenças provocadas por ele. Vítima de uma competição social exacerbada e de preconceitos que persistem, ela freqüentemente ignora seus limites físicos e emocionais, explica Ana Maria. O segredo para uma vida com mais qualidade, na opinião da psicóloga, está em conhecer melhor o próprio corpo e seus limites. “As mulheres delegam o cuidado com sua saúde a uma série de profissionais. A maioria sequer sabe a quantas anda sua pressão sanguínea”, adverte.

Ao ignorar o funcionamento do próprio corpo, as mulheres se expõem a graves problemas cardiovasculares, aponta o cardiologista Ivo Nesralla. “Só 5% sentem a clássica dor aguda no peito, que se irradia para o braço esquerdo, como ocorre com os homens. Nas mulheres, a doença cardíaca tem sintomas inespecíficos, como uma dor gastrointestinal. Por falta de informação, elas demoram a procurar ajuda ou acabam se medicando de forma errada, e a conseqüência é trágica e chocante para todos.” Meditando sobre o universo de suas pacientes, o cardiologista verificou que a maior parte delas possuía um quadro emocional instável e amargurado, algo que aumenta as chances do desenvolvimento de patologias. “A maneira com que esse perfil lida com as emoções é muito pesada”, diz ele. O ideal seria administrar melhor o tempo e a incluir na rotina momentos para fazer as refeições com calma, dormir bem, realizar atividades físicas e buscar descontração.

Iniciativa da revista CLAUDIA, o Fórum CLAUDIA pela Mulher Brasileira irá percorrer o Brasil debatendo temas de interesse do público feminino.

Fonte: Press Release da RLC Comunicação e Ideias

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