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Especialistas dizem que basta a mulher prestar a máxima atenção nele. Confira as dicas!

Será que ele está na sua?

Nem todos os homens têm coragem de assumir que  estão encantados, inebriados, caidinhos de paixão. Isso não significa que você terá de passar noites em claro na maior aflição. Experts em comportamento e em linguagem não-verbal dão pistas confiáveis para você descobrir tudinho o que esse gato sente - e sozinha! Você só precisa prestar a máxima atenção nas atitudes dele.

1. ele anda de mãos dadas com você

Mais do que isso, entrelaça os dedos nos seus. “Esse gesto apaixonado mostra que deseja chegar mais perto - física e emocionalmente”, avisa o psicólogo Jeffrey Bernstein. E, se faz isso em público, além de criar o vínculo, mostra que não teme anunciar às outras pessoas que é um homem comprometido.

2. empolga-se

Uma forma de descobrir se o gato está realmente a fim é olhar para o rosto dele. “Erguer as sobrancelhas e sorrir enquanto vocês conversam é sinal de que está na sua”, fala a psicóloga Audrey Nelson no livro Nas Entrelinhas (Alegro). “Tudo porque essas expressões faciais indicam atenção e interesse”, garante a especialista.

Para saber mais dicas, acesse a revista NOVA e fique sabendo o que seu gato sente por você

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ENTENDA A ARTRITE REUMATÓIDE

Posted by admin on September 21st, 2008 in Dicas, Tratamento No Comments

Saiba mais sobre a doença responsável por grave inflamação nas juntas e que pode interferir diretamente em atividades simples do dia a dia

Pouco conhecida, a artrite reumatóide é uma patologia auto-imune que atinge cerca de 1% da população mundial. A doença é caracterizada por um processo inflamatório crônico nas articulações, que pode evoluir para deformidades articulares. Como atinge freqüentemente as mãos, atividades simples do dia-a-dia podem ser comprometidas como pentear o cabelo ou trocar de roupa. Se não for adequada e precocemente tratada, maior é o risco de evolução para incapacidade, com prejuízo importante da qualidade de vida dos pacientes.

No Brasil, estima-se que cerca de 1,5 milhão de pessoas sejam acometidas pela artrite reumatóide, na maioria mulheres em idade economicamente ativa - entre 30 e 50 anos. E esse número deve aumentar expressivamente nos próximos anos com o envelhecimento da população. Apesar de tantas pessoas sofrerem com a enfermidade, ainda há muita confusão, dúvidas e mitos envolvendo o assunto. A dra. Sonia Maria Alvarenga Anti, médica reumatologista do Hospital do Servidor Público Estadual de São Paulo e da Faculdade de Medicina ABC e membro da Comissão de artrite reumatóide da Sociedade Brasileira de Reumatologia esclarece aspectos importantes da doença.

1 - Como se desenvolve a artrite reumatóide?

Apesar do grande número de pesquisas nesta área, ainda não é conhecida a causa da artrite reumatóide (AR). O sistema imunológico, responsável pela defesa do organismo contra agressões, tem um importante papel na inflamação e no dano às articulações. Quando um elemento estranho ou um agente agressor “ataca” o organismo, células de defesa produzem diferentes substâncias que iniciam a resposta imunológica. Uma das etapas deste processo é a produção de anticorpos. No entanto, algumas vezes, por algum motivo desconhecido o sistema imunológico inicia uma resposta imunológica anormal, causando um grave e crônico processo inflamatório na membrana sinovial localizada dentro da articulação, origem da AR.

2 - Quais são os sintomas da doença?

Geralmente, os primeiros sintomas da doença são fadiga inexplicável, dor e inchaço nas articulações, além de rigidez após períodos de inatividade, principalmente pela manhã. Esses sintomas aparecem usualmente acompanhados de desconforto e até mesmo incapacidade para realizar movimentos. Alguns pacientes podem apresentar pequenas nodulações embaixo da pele, principalmente próximo aos cotovelos. São os chamados nódulos reumatóides.

3 - Quais as articulações mais atingidas pela artrite?

As articulações das mãos, punhos, e pés são geralmente as mais comprometidas pela doença. A inflamação é geralmente simétrica, ou seja, envolve a articulação do lado direito e esquerdo. Como a doença é sistêmica, também podem surgir sinais e sintomas em outros órgãos como olhos, coração e pulmões.

4 - Como é feito o diagnóstico?

Para fazer o diagnóstico de artrite reumatóide é necessário analisar a história clínica do paciente, juntamente com o exame físico, provas laboratoriais e radiografias das áreas acometidas. A presença e o tempo de rigidez articular, especialmente quando o paciente acorda, são importantes para o diagnóstico. No exame físico, o médico vai procurar por sinais como inchaço, dor, calor e limitação dos movimentos das articulações. Os exames de sangue auxiliam na avaliação do processo inflamatório através de exames como a velocidade de hemossedimentação (VHS) e da proteína C reativa (PCR), que podem também evidenciar a presença de auto-anticorpos como o fator reumatóide e o anti-CCP. Por fim, as radiografias detectam as

alterações no espaço articular e no osso, decorrentes do processo inflamatório crônico. Embora a radiografia simples possa se mostrar normal no início da doença, outros métodos de imagem como o ultrassom e a ressonância magnética podem detectar alterações precocemente no curso da atividade inflamatória da AR.

5 - Qualquer pessoa pode desenvolver a doença?

A artrite reumatóide não é hereditária, mas estudos recentes mostram que alguns genes que regulam o sistema imunológico podem estar relacionados a maior suscetibilidade ao desenvolvimento da doença. Acredita-se que fatores como infecções, variação dos níveis de alguns hormônios, alterações ambientais e até o hábito de fumar, possam provocar a ativação desses genes, mas essas hipóteses ainda estão em estudo. Apesar da artrite reumatóide afetar principalmente mulheres com idade entre 30 e 50 anos pode, esta também ter início na infância (artrite idiopática juvenil) e em idades mais avançadas.

6 - Há alguma maneira de prevenção?

A artrite reumatóide não pode ser prevenida, mas descobrir o problema precocemente e tratar a doença de forma adequada, contribuem de forma importante para evitar as deformidades. Pacientes com dor persistente nas juntas e rigidez articular devem sempre procurar um reumatologista.

7 - A artrite reumatóide tem cura? Como é o tratamento?

Apesar da artrite reumatóide não ter cura, a eficiência das novas terapias têm cooperado para um melhor controle da doença. Na última década, medicamentos biológicos (feitos a partir de biotecnologia) trouxeram uma nova abordagem terapêutica para aqueles pacientes que não respondem ao tratamento padrão, que é realizado com antiinflamatórios não hormonais, glicocorticóides em baixas doses e principalmente com o metotrexato (MTX). Os primeiros biológicos lançados no mercado foram os anti-TNFs (infliximabe, etanercepte e adalimumabe), que são medicamentos que inativam o fator de necrose tumoral - importante citocina envolvida no processo inflamatório. Outros biológicos, lançados mais recentemente para o tratamento da artrite reumatóide são o rituximabe (conhecido comercialmente como Mabthera®) e o abatacepte. O MabThera® (rituximabe) tem ação específica nos linfócitos B, células do sistema imunológico que também participam da inflamação que caracteriza a AR. O abatacepte bloqueia uma etapa do sistema imune conhecida como co-estimulação. Novos medicamentos biológicos estão em fase de aprovação pelas autoridades regulatórias, como o tocilizumab, do laboratório Roche, que será uma nova opção no tratamento dos pacientes com AR possivelmente a partir de 2009.

8 - Artrite Reumatóide, artrose e gota são a mesma coisa?

Não. Embora também sejam doenças que afetam as articulações, têm quadros clínicos diferentes, e portanto, são tratadas também de forma diferente. A artrose é uma doença crônica degenerativa que afeta a cartilagem, gerando dor e limitação dos movimentos. É a mais comum das doenças reumáticas e estima-se que cerca de 15% da população mundial seja afetada pelo problema. Pode ser causada por vários fatores, entre eles traumas, fraturas, excesso de peso, sedentarismo ou desarranjos da própria articulação. A gota é caracterizada pelo depósito de ácido úrico nas articulações, o que causa episódios agudos de artrite. A doença provoca dor intensa, e na maioria dos casos, manifesta-se inicialmente com artrite do halux (dedão do pé).

Fonte: Grupo Máquina Comunicação

Via MaxPress

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Tudo se Conta de Toni Jordan

Posted by admin on September 19th, 2008 in Dicas, Livros, cultura, escritores No Comments

Para quem gosta de ler, essa é uma boa dica de livro.

Tudo se Conta

Tudo se Conta

Tudo se Conta

De Toni Jordan (romance)

Tony Jordan conta a história da personagem Grace Vandenburg, uma mulher de meia idade que sofre de um Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) relacionado a números.

Ela conta tudo que o cerca; os degraus das escadas; os tacos da sala; os passos que dá de casa até o mercado ou o café mais próximo, além de sempre pentear os cabelos e escovar os dentes o mesmo número de vezes e de possuir rituais numéricos para todas as atividades que executa.

Por causa de sua “mania” de contar, Grace vive isolada do mundo, e as horas em que passa no café perto de casa são os únicos momentos em que se socializa com outras pessoas, mesmo por breves instantes.

Certa tarde, ao chegar ao café e constatar que sua mesa cativa está ocupada e que não há outro lugar disponível, Grace entra em desespero.Todavia, um simpático rapaz, Seamus O’Reilly, a convida para se sentar com ele, e, a partir daí, ambos iniciam uma relação amorosa que mudará radicalmente a vida de Grace.

Grace sofre de TOC, mas não se sente diminuída nem muito menos interessante por causa disso. Pelo contrário, ela não se considera louca, mas dona de seu universo fascinante, o qual domina com perfeição divina

Resenha por Elaine Paiva

Quando recebi o livro, Tudo se Conta de Toni Jordan, gentilmente cedido pela Editora Ediouro, pensei tratar-se de um livro mais pesado, com narrações do dia a dia de pessoas que sofrem de Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) com dicas de auto-ajuda, mas, ao contrário de minha primeira impressão, o livro é interessante, inteligente, informativo e muito divertido. Leia mais no Blog Crônicas

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Vem da China o novo aliado para prevenir doenças, emagrecer e combater a depressão

Por Dra. Sylvana Braga*

Na onda do chá verde e branco, começa a ganhar espaço no País o chá vermelho. Fornecendo muito mais benefícios à beleza e à saúde, ele está sendo usado para prevenir doenças, reduzir peso e retardar o envelhecimento.

Muito popular na China e no Oriente, tornou-se grande aliado da medicina ortomolecular, principalmente pelo efeito “depurador de gorduras”. São inúmeros seus benéficos para o bem-estar, inclusive na parte emocional, porque ajuda a combater a depressão. Apresenta também anti radicais-livres e propriedades antioxidantes, que previnem o envelhecimento celular e as doenças degenerativas.

Feito com as folhas de camellia sinensis (o mesmo arbusto que produz os chás verde e branco), o chá vermelho também tem efeito analgésico, anticoagulante, antibiótico, antidiarréico, anticárie e proteção das artérias. É rico em componentes essenciais, como polifenois, catequinas, teofilina, teobromina, vitamina C, vitamina B, cafeína e taninos - pool de substâncias que acelera o metabolismo e reduz o colesterol, melhorando ainda a digestão.

Na maioria dos casos, os chás são um tratamento natural, que não possuem contra indicações. Mas com o chá vermelho a situação é diferente: se tomado em excesso, aumenta a ansiedade, a insônia, a TPM e a possibilidade de cálculos renais, por conta do alto teor de oxalatos. Deve ser evitado por grávidas e pessoas com hipertensão arterial, que podem tomar no máximo uma xícara.

Quente ou gelado, pode ser ingerido até três vezes ao dia. Aconselha-se ferver a água de três a cinco minutos e deixá-la em infusão por três minutos antes de bebê-la.

*Dra. Sylvana Braga (www.sylvanabraga.com.br) é médica ortomolecular, nutrologista, reumatologista e fisiatra com clínica no Rio de Janeiro e em São Paulo.

Fonte: Ralcoh Assessoria & Estratégia de Comunicação

Via Maxpress

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Por Dr Ademir Jr

O verão está chegando e junto com ele, as altas temperaturas, a praia, o mar e, consequentemente, as agressões aos cabelos. Para curtir a estação mais quente do ano com os cabelos bonitos e saudáveis, basta seguir alguns cuidados básicos.

De acordo com o Dr. Ademir Jr., médico tricologista (especialista em cabelos), a primeira regra é manter os cabelos e o couro cabeludo sempre limpos e higienizados. “No verão, o suor, o calor e a umidade podem fazer facilitar problemas no couro cabeludo como inflamações, seborréia e caspa”, explica o médico.

Dr. Ademir ressalta a importância de enxagüar bem os cabelos após sair do mar e da piscina. Este cuidado evita os danos aos fios causados pela salinidade do mar e por elementos usados para o tratamento da água da piscina, como o cloro por exemplo.

O terceiro cuidado essencial para manter os cabelos bonitos, é a proteção contra as radiações solares. “Estas radiações, além de causarem danos à nossa pele, também agridem de forma intensa nossos fios de cabelo deixando-os mais fracos, quebradiços e sem vida. Vale usar bonés, chapéus e produtos sem enxague que tenham filtro de proteção solar”, afirma o médico, que aconselha também evitar o abuso de máscaras capilares diariamente quando estiver na praia ou piscina. “Estes produtos não protegem os cabelos. Ao contrário, podem facilitar os danos causados pela água do mar e piscina deixando os fios mais fracos e susceptíveis às quebras”, explica.

Outro cuidado essencial é evitar manter os cabelos úmidos sempre amarrados ou presos, pois, de acordo com Dr. Ademir, os cabelos úmidos ficam mais fragilizados e o hábito de prendê-los ou de amarrá-los, poderá acarretar em danos à estrutura dos fios.

Evitar abusar de químicas nesta época do ano é a sexta dica, já que no verão, as agressões aos cabelos são maiores devido ao vento, ao sol, à água do mar e da piscina. “Estes fatores, por si só já deixam os cabelos mais frágeis. Abusar de químicas nesta época poderá colocar em risco a qualidade do fios de cabelos”, alerta Dr. Ademir.

Quando se pensa em verão, logo vem à mente uma outra palavra que rima bem com essa época do ano, a hidratação. Além dos 2 litros de água recomendados para se beber, é bom fazer hidratações regulares nos cabelos. Apesar da maior umidade relativa do ar, da exposição à água do mar e da piscina, os cabelos, no verão, tendem a ressecar. Hidratá-lo uma a 2 vezes por semana é uma boa pedida para melhorar a qualidade e saúde dos fios.

Esqueça os modismos e escolha produtos que deixam os seus cabelos do jeito que você gosta. “Não há muitas regras, exceto pelos produtos sem enxague com filtro de proteção solar. Xampus, condicionadores e hidratantes capilares devem deixar seus cabelos bonitos e com aspecto de saúde”, é a dica do Dr. Ademir Jr.

Aproveitar esta época do ano para relaxar, é a 9ª dica. Dr. Ademir Jr. explica que o estresse promove a liberação de substâncias e hormônios em nosso corpo que por si só são capazes de deixar nossa pele e cabelos com sinais de fragilidade e falta de saúde. “Relaxar, praticar exercícios físicos, conviver com pessoas que gostamos são hábitos deliciosos que também contribuem para cabelos mais bonitos” afirma Dr.Ademir.

E a 10ª dica, mas, não menos importante é ter uma boa alimentação. Todos os tecidos do nosso corpo são produzidos com matérias-primas que ingerimos em nossa alimentação. “Logo, uma alimentação saudável fará nossos cabelos mais saudáveis e bonitos, além de deixá-lo mais fortes para suportar as agessões do verão” conclui Dr. Ademir Jr.

Seguindo esses cuidados básicos, você manterá seus cabelos lindos e saudáveis, sem deixar de curtir as coisas boas que o verão proporciona.

Dr Ademir Dr Ademir Jr. (CRM 92.693) é médico dermatologista especialista em tricologia (medicina capilar) pela Internacional Association of Trichologists. Membro da Sociedade Brasileira de Laser em Medicina e Cirurgia, da Sociedade Brasileira de Termalismo, e da Sociedade Brasileira de Medicina Estética. Presidente do Grupo de Apoio a Portadoras de Síndrome dos Ovários Policísticos - GAPSOP. Professor de Anatomia e Fisiologia da pele no curso de Pós-Graduação em Cosmetologia das Faculdades Oswaldo Cruz - SP/SP. Autor dos Livros: “Socorro, Estou ficando careca”, publicado pela Editora MG em 2005, “Tem alguma coisa errada comigo - Como entender, diagnosticar e tratar a Síndrome dos ovários Policísticos”, publicado pela Editora MG em 2004 e “É outono para meus cabelos - Histórias de mulheres que enfrentam a queda capilar” - Editado pela Editora Summus.

Dr. Ademir Jr. - (11) 3864-3967 - www.ademirjr.com.br

Fonte: Press Release da HD Press Assessoria de Comunicação

Via MaxPress

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A halitose, também conhecida como mau hálito, é um problema que atinge mais de 30% dos brasileiros e é cercado de mitos e preconceitos. De acordo com o gastroenterologista Eduardo Berger, do Hospital Professor Edmundo Vasconcelos, a halitose não é uma doença, e sim um sinal de que algo no organismo está em desequilíbrio. Quando isso acontece, é necessário identificar a origem, para depois escolher o tratamento mais adequado.

“Existem mais de 50 causas para o mau hálito, mas cerca de 90% dos casos advêm de problemas na boca, como higiene malfeita, placas bacterianas, baixa produção de saliva e doenças da gengiva. As moléstias do aparelho digestivo também podem provocá-lo, porém com incidência bem menor, ao contrário do que boa parte da população imagina”, explica o especialista.

O principal entrave ao tratamento do mau hálito é o fato de o portador não perceber que tem o problema e de as pessoas que convivem com ele e sentem o odor desagradável preferirem não se indispor ao alertá-lo. “É importante superar o constrangimento e conscientizar quem tem halitose para a necessidade de buscar ajuda”, diz o médico.

Há solução para 99% dos casos de mau hálito, mas é fundamental descobrir a causa do problema. Um cirurgião dentista ou um otorrinolaringologista poderão ajudar no diagnóstico, mas se a origem não for bucal, provavelmente terá relação com problemas gastrointestinais. Um dos mais comuns e que causam a halitose é a Doença do Refluxo Gastroesofágico, sobretudo quando outros sintomas se manifestam paralelamente, como azia, arrotos, soluços, engasgos, dor atrás do osso esterno, sensação de corpo estranho na garganta ou de retorno de líquido azedo à boca, pigarro, rouquidão, tosse e aftas.

A halitose já ganhou um papel tão relevante nas relações interpessoais, que uma entidade, a Associação Brasileira de Estudos e Pesquisas dos Odores da Boca, se dedica a estudá-lo, tendo criado o Dia Nacional de Combate ao Mau Hálito (22 de Setembro).

DICAS PARA AMENIZAR O MAU HÁLITO

1) Evite jejum prolongado, fracionando as refeições de 3 em 3 horas.

2) Beba bastante água.

3) Faça bochechos com produtos anti-sépticos ao levantar e pelo menos uma hora antes de algum contato mais próximo.

4) Faça exercícios de relaxamento para baixar o nível de ansiedade.

5) Não fique com a boca fechada por muito tempo. Movimentos repetitivos da mandíbula estimulam a produção de saliva.
 
Fonte: TREE Comunicação

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A CONSTANTE BUSCA DA FELICIDADE

Posted by admin on September 15th, 2008 in Artigos, Dicas, Saúde e Bem-estar, sites No Comments

*Por Maura de Albanesi

Pensar de forma irracional, criar pensamentos negativos, doentios e agir de maneira derrotista são sintomas típicos da infelicidade. Mas, toda energia ruim é criada pelo próprio ser humano e pode ser mudada.
Vivemos na era do fácil acesso ao conhecimento, à tecnologia, à informação, enfim, dos mais diversos tipos de confortos, opções de vida e lazer. Muitas pessoas, contudo, carregam consigo angústia, raiva, tristeza, medo, entre outros sintomas típicos de uma sociedade contemporânea agitada. Alguém consegue tornar-se inteiramente imune a estas aflições emocionais? Muito provavelmente não. A ciência, preocupada em entender o ser humano em sua profundidade, voltou seus olhos para a depressão e suas conseqüências, mas não prestou atenção na felicidade e sua trajetória na vida de qualquer pessoa. As pessoas possuem uma tendência de se afetar pelos problemas e energias negativas do dia-a-dia. Então, como mudar isso e levar uma vida mais feliz?
Segundo a psicoterapeuta e diretora do Instituto de Psicologia Avançada, Maura de Albanesi, a mudança deve começar no íntimo de cada pessoa, isto é, identificar tudo aquilo que a faz se sentir mal e aceitar a ajuda profissional. Com o auxílio do especialista, a pessoa vai ter que abrir mão de alguma coisa, isto é, para atingir a mudança desejada, o primeiro passo é deixar de lado aquelas situações, objetos ou até mesmo aquelas pessoas que a fazem se sentir mal e infeliz.
“Quase sempre a maior ou menor felicidade depende do grau da decisão de ser feliz.” (Abraham Lincoln)
“Há pessoas que têm uma baixa vibração energética e estão sempre reclamando da vida e têm pensamentos negativos. Por isso, é importante se afastar delas. A grande dificuldade é tomar esta decisão, pois muita gente acha que somente os outros é que estão errados. Nós devemos lembrar que a alma precisa dos mesmos cuidados que temos com o corpo, ou seja, muitas vezes deixamos de comer algo que pode nos fazer mal à saúde física, portanto, devemos também filtrar tudo àquilo que vai fazer mal a nossa saúde energética”, explica a psicoterapeuta.
Quando alguém se comporta de forma derrotista, fato comum, uma vez que somos humanos, ela tende a aceitar tudo aquilo que pensa e sente, além de se aborrecer sem necessidade. Em grande parte, de fato, o ser humano cria suas próprias aflições emocionais ao escolher, inconscientemente ou conscientemente, pensar de forma irracional, criar pensamentos negativos, doentios e agir de maneira derrotista. “Felizmente, podemos mudar esta situação hostil ao crescimento humano. O desejo de mudança, geralmente, só surge quando acontece algo de ruim na vida da pessoa, assim ela consegue refletir e avaliar o que é bom e ruim na vida dela. Se o fizermos com persistência e esforço, iremos atingir a mudança desejada, tornando-nos menos afetáveis, ansiosos, deprimidos e agressivos, além de evitar dificuldades emocionais quando estivermos perto de vivenciá-las”, diz Maura.
Metas para mudar
Estabelecer metas de vida para se tornar menos vulnerável também é primordial para obter o sucesso desejado durante a mudança. A psicoterapeuta afirma que o ser humano deve deixar prevalecer dentro de si a força de vontade e determinação para mudar. “Somos pessoas complexas na forma de pensar, sentir e de nos comportarmos, logo, precisamos planejar a mudança de vida, ou seja, estar ciente que precisamos mudar e como fazer isso, e escolher uma meta de vida, decidir, persegui-la e obrigar-se a implementá-la a curto prazo”, explica Maura.
Quando alguém atinge com êxito a meta desejada, esta pessoa vai conseguir observar o seu progresso de tal forma a estar apta a decidir se vai continuar ou não com o novo paradigma de vida, planejar novas possibilidades, obrigar-se a realizar novos planos, e observar os seus resultados, refletindo a cerca das metas alcançadas e sobre aquelas mudanças ainda desejadas.
“Enfim, a gente pode mudar, ser um pouco menos vulnerável e feliz se seguirmos alguns métodos da psicologia e cuidarmos mais dos nossos pensamentos, mas nunca seremos completamente imperturbáveis, pelo menos enquanto formos seres humanos. A ciência afirma também que a maioria dos indivíduos com sérios distúrbios de personalidade já nasceu com alguma deficiência biológica, isto é, eles já têm tendência a alguns distúrbios de pensamentos, sentimentos e comportamentos, a ponto de poder transmitir esta vibração ruim para outras pessoas. Portanto, temos que ficar cientes de que qualquer ser humano pode ser mais feliz, mas o caráter e personalidade são itens que não podemos mudar, pois são inerentes ao ser humano”, finaliza a psicoterapeuta.

Dicas da Dra. Maura para mudar:
.Controlar pensamentos e emoções perturbadores, isto é, pensar positivamente para contagiar a si próprio e as pessoas ao redor.
.Inclua na sua rotina ações que o fazem sentir-se bem.
.Viva o presente. O passado não pode voltar mais e o futuro depende das nossas ações no presente.
.Tornar-se menos vulnerável a ações, palavras e circunstâncias exteriores.
.Abandonar hábitos e atitudes destrutivos como, por exemplo, freqüentar lugares com baixa vibração energética.
.Estabelecer relações saudáveis, ou seja, evitar pessoas que estão sempre com baixa energia e pensamentos negativos. O pensamento tem força!
.Cultivar emoções positivas que conduzem à verdadeira plenitude interior. Nós somos vulneráveis a baixas vibrações, mas com as boas também.

*Maura de Albanesi - é psicoterapeuta, pós-graduada em Psicoterapia Corporal, Terapia de Vivências Passadas (TVP), Terapia Artística, Psicoterapia Transpessoal e Formação Biográfica Antroposófica; Master Pratictioner em Neurolinguística; e mestranda em Psicologia e Religião pela PUC. Diretora do Instituto de Psicologia Avançada.
http://www.mauradealbanesi.com.br 

Fonte: Holding Comunicações
Via MaxPress

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Apesar de muita gente achar que é bobagem, a depressão pós-parto causa irritabilidade, mudanças bruscas de humor, distúrbio do sono, pensamentos suicidas e homicidas em relação ao bebê, entre outros sintomas.

Muitas mulheres curtem os nove meses de gravidez com muita intensidade e alegria, compram roupinhas, mamadeiras, móveis para o quarto do bebê, enfim, cada pensamento e ação são voltados para o herdeiro que vai chegar. Mas, depois do período da gestação e após o parto acontecem várias transformações emocionais na mulher: profunda tristeza, mudanças físicas, ansiedade, medo etc. Para muitas mulheres, estes sentimentos vão embora rapidamente; já para outras, no entanto, os sintomas permanecem ainda por um longo tempo, caracterizando-se a depressão pós-parto (DPP), uma condição séria que requer tratamento médico imediato.
Segundo a psicoterapeuta Maura de Albanesi, a depressão pós-parto afeta mulheres de todas as idades, classes sociais e etnias. Qualquer mulher que está grávida, teve bebê nos últimos meses, sofreu aborto ou recentemente parou de amamentar, pode desenvolver o distúrbio. “Eu atendo muitas pessoas com depressão pós-parto. Mas, há muitas outras que sentem os sintomas típicos deste distúrbio e não sabem que se trata de um problema sério e precisa de tratamento imediatamente”, diz a psicoterapeuta.
Durante a gravidez, a quantidade dos hormônios estrogênio e progesterona aumentam consideravelmente. Nas primeiras 24 horas após o parto, a quantidade desses hormônios cai rapidamente e continua a baixar até atingir o nível anterior à gravidez. Pesquisadores acreditam que essas mudanças hormonais possam ocasionar a depressão, uma vez que pequenas alterações nos níveis de hormônios podem afetar o humor da mulher antes da menstruação. Uma outra situação que pode causar a depressão é a falta de atenção dada à mulher após o nascimento da criança, isto é, durante a gravidez, todos os mimos e carinhos são voltados para a mãe, depois que o bebê vem ao mundo, entretanto, os olhares dos parentes, amigos e, até mesmo do marido, são para o recém-nascido.
A depressão pós-parto possui características semelhantes de uma depressão normal, ou seja, a pessoa sente uma tristeza muito grande, com perda de auto-estima, além da perda de motivação para a vida, podendo até mesmo tentar o suicídio. Já na depressão pós-parto, os sintomas são mais acentuados, uma maior irritabilidade, mudanças bruscas de humor, distúrbio do sono, indisposição, doenças psicossomáticas, tristeza profunda, desinteresse pelas atividades do dia-a-dia, sensação de incapacidade de cuidar do bebê e desinteresse por ele, chegando ao extremo de pensamento suicidas e homicidas em relação ao bebê.

Tratamento
Além de alguns antidepressivos, a psicoterapia é bastante importante neste momento, pois ela ajuda a trabalhar as razões por estar deprimida, por se achar incapaz de cuidar do bebê, por não conseguir se sentir feliz. A medicação fará o metabolismo cerebral voltar ao normal, mas a paciência é a melhor aliada, pois o tratamento requer tempo. “A depressão não é sinal de fraqueza de caráter e nem passa só com “pensamento positivo”. A pessoa com este problema geralmente está indecisa. Alguém tem que tomar decisões por ela, inclusive para começar o tratamento, para contratar uma babá, uma ajudante etc. Portanto, o apoio da família é relevante e primordial para a pessoa reagir”, completa Maura.

Veja algumas dicas da Dra. Maura para amenizar o problema:
. Descanse quando o bebê estiver dormindo. 
. Pare de colocar pressão sobre si mesma para fazer tudo em um único dia. Faça o que for possível e deixe o resto para amanhã. 
. Peça ajuda para os afazeres domésticos e para cuidar do bebê.
. Não fique muito tempo sozinha. Saia de casa, faça uma caminhada. Distraia-se! 
. Passe algum tempo sozinha com seu companheiro. 
. Converse com o seu médico sobre o tratamento. Não fique constrangida em falar sobre suas preocupações. 
. Converse com outras mães, de modo que possa aprender com outras experiências.

Maura de Albanesi - é psicoterapeuta, pós-graduada em Psicoterapia Corporal, Terapia de Vivências Passadas (TVP), Terapia Artística, Psicoterapia Transpessoal e Formação Biográfica Antroposófica; Master Pratictioner em Neurolinguística; e mestranda em Psicologia e Religião pela PUC.
http://www.mauradealbanesi.com.br

Fonte: HOLDING COMUNICAÇÕES VIA MAXPRESS

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MaquiagemUm dos segredos da mulher moderna e bem-sucedida consiste em seus cuidados diários com a aparência, fator que influencia sua vida profissional e pessoal, além de aumentar sua auto-estima. Sabendo disso, o Portal Educação, uma das maiores empresas de ensino a distância do Brasil, promove hoje, dia 27/08, a webcast (palestra gratuita on-line) Automaquiagem, com o esteticista Alexandre Simas. A apresentação está marcada para as 17h (horário de Brasília). Para participar, basta acessar o site www.portaleducacao.com.br e clicar na opção webcasts até o horário marcado para o início da videoconferência. Vale lembrar que qualquer pessoa poderá assistir à palestra, pois não é necessário estar vinculado a nenhum curso da empresa.

Alexandre Simas é proprietário de uma clínica de estética em Joinville, Santa Catarina, realiza consultoria na área e dá aulas de maquiagem e estética. Na palestra, ele explicará as diferentes formas de aplicar e retirar a maquiagem do rosto, a harmonia entre as cores, correção de sobrancelhas, combinação de tonalidade entre a pele e os cabelos, além de dicas para o uso adequado de pincéis, lápis e esponjas.

A webcast é um serviço exclusivo do Portal Educação. A empresa, especializada em cursos livres e de atualização, disponibiliza palestras gratuitas pela internet, que são oferecidas para o público em geral e transmitidas ao vivo por especialistas.

Curso - Para quem se interessar sobre o assunto e desejar adquirir novos conhecimentos de como cuidar da pele, o Portal Educação disponibiliza o curso de Cosmetologia. As inscrições custam R$ 106,00 e podem ser feitas até 15 de setembro através do site www.esteticacursos.com.br. As aulas começam no mesmo dia e se estendem até 14 de outubro.

Webcast (palestra on-line)
Tema - Automaquiagem;
Palestrante - Alexandre Simas;
Data - 27/08/2008;
Horário - 17h (horário de Brasília);
Acesso - Gratuito, através do site www.portaleducacao.com.br, clicando na opção webcast até o horário previsto para o início da apresentação.

Curso de Cosmetologia
Início das aulas: 15 de setembro - Término: 14 de outubro.
Duração: 30 dias.
Valor da inscrição: R$ 106,00.
Carga: 80 horas.

Fonte: Linhas & Laudas via MaxPress

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AromaterapiaDurante a estação mais fria do ano, diversas pessoas sofrem com a baixa da temperatura. O sistema imunológico fica mais sensível, e é nesse momento que os resfriados, gripes, renites, sinusites e pneumonias tomam conta do corpo humano.

Além disso, a presença de dias mais escuros e noites mais longas provocam tristeza, melancolia e depressão.

Com a Aromaterapia é possível amenizar todos esses sintomas, melhorando a disposição física, mental e espiritual.

A Aromaterapia age diretamente no sistema nervoso central, atuando também como um estimulador do autoconhecimento, reforçando a idéia de que 90% dos problemas humanos são causados pela falta de confiança em si mesmo.

Os aromas fazem parte da vida humana desde o nascimento, eles estimulam o corpo a produzir reações enzimáticas a determinados aromas. É por esse motivo que há essências que nos agradam muito e outras que nos causam repulsa.

Há aromas que são mais propícios para o inverno, eles ajudam a aumentar a resistência física durante esse período que ira durar até setembro.

Existem diversas maneiras de utilizar a Aromaterapia durante o inverno:

→ na banheira

→ no borrifador

→ como escalda pé

→ em difusores

Os incensos não são recomendados, pois com o frio os ambientes ficam mais fechados e a fumaça do incenso pode irritar a mucosa nasal.

As essências mais recomendadas para o inverno são:
Eucalipto Lavanda
Green -tea Limão
Laranja Capim- cidreira
Alecrim Mel
Canela Hortelã
Camomila Algas
Aveia Gerânio
Baunilha Patchouli

Todas essas essências auxiliam na recuperação do físico e reestruturação do ânimo para enfrentar esses dias de noites mais longas.

Fonte: Cássia Corallo - Terapeuta floral do Instituto Religare.

Via MaxPress

www.institutoreligare.com.br

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